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quinta-feira, 31 de maio de 2012

TEMPO DA GRAÇA 3

Ao longo dos séculos, Deus tem lidado com a humanidade de formas diferentes, visando cada vez mais facilitar a salvação para os homens, mas em todas estas dispensações trazidas por Deus, sempre e invariavelmente, alguma atitude de seres humanos será necessária.

A Bíblia nos apresenta 39 livros do Antigo Testamento ou Aaliança, e 27 livros do Novo Testamento.   Da Antiga Aliança, vem-nos a revelação de que, sem derramamento de sangue não há remissão dos pecados, então vieram os inúmeros sacrifícios de animais que eram regularmente feitas por aqueles que entraram na fé Judaica.   O tempo dos rituais judaicos hoje, não tem nenhum valor para aqueles que se tornaram Igreja ou discípulos de Jesus Cristo, e por causa do Judaísmo não ser uma religião falsa, como nos relata Romanos 2:12-13, é informado que, a Antiga Aliança (Lei), pode ser considerada a vontade permissiva de Deus para os Judeus, no entanto, a Nova Aliança (Cristo), é a vontade absoluta para o mundo.
Podemos ver na Bíblia, a quebra (cumprimento) da Antiga Aliança, e a instituição do Nova Aliança. Na Velha Aliança era necessário realizar o sacrifício de um cordeiro para o perdão dos pecados. Cada um receberá o seu perdão pessoal, através de seu próprio sacrifício realizado. Mas em João 1:29, João Batista nos aponta Cristo e disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." Entenda, porém, o relatório abrange a Terra, pois Ele tira os pecados do mundo. O que Deus nunca permitiu que qualquer ser humano percebe, agora, ele mesmo realizou para a humanidade, em outras palavras, o sacrifício de um ser humano (João 3:16), e não se esqueça do que é dito. Ele é o Cordeiro de Deus, em outras palavras, o próprio Deus que fez a OFERTA DE SACRIFÍCIO ETERNO.


Como os fatos incontestáveis, é estabelecido o tempo da Graça, em outras palavras, não é UM FAVOR NÃO MERECIDO DE DEUS AOS HOMENS, onde o apóstolo Paulo faz a sua contribuição gloriosa para a nossa compreensão não vacile (Romanos 3:21-26), e ainda em Romanos 6:23, ele mostra seu entendimento quando afirma ser Cristo o dom gratuito de Deus. Assim como Cristo o dom GRATUITO, é que hoje estamos no tempo da Graça, um FAVOR NÃO MERECIDO.  
Vamos ver claramente nas palavras do Senhor Jesus, que nenhuma lei teria que ser satisfeitas antes de sua abolição, porque também como uma instituição divina, jamais poderia ser desconsiderada, a menos que eles foram plenamente atingidos.
Em Mateus 5:17-18, quando o Senhor Jesus, declarou que ele vem para cumprir a lei, deixa claro que o apóstolo compreendeu o tempo da Graça em sua pessoa, e mais uma vez provamos a declaração de João 1:29, que Cristo seria o grande sacrifício, que vai terminar todos os rituais Judaicos.

Em Mateus 26:28, Marcos 14:24 e Lucas 22:20, Jesus prova ser o mediador de uma Nova Aliança com seu próprio sangue. (Indispensável Leitura - Hebreus 9,11-21 / 12,24 / 13,20).


Uma vez que entendemos a instituição do tempo da Graça, vamos demonstrar nesta Nova Aliança, que parte aplicável aos seres humanos, uma vez que não tem mais sacrificar a ser feito.
Uma vez que todo o sacrifício já foi feito, e sabendo que nenhum de nós nasceu ordenado para nada, temos afinal, que temos de descobrir qual parte nessa Nova Aliança, porque se estamos falando de Aliança, isto significa que duas ações estão envolvidos, porque normalmente uma Aliança tem que envolver pelo menos dois pontos, ou dois interesses.   Em Efésios 2:8-9, tornar-se evidente o partido que devemos, como se diz, pela Graça que somos salvos, no entanto mostra, através do testemunho. Isto significa que, a minha fé deve ser direcionada para favorecer Deus, estabelecido por mim, na pessoa e sacrifício de Cristo. E está escrito que isso não vem de nós, ou seja, nunca teríamos como nos fornecer um veículo de salvação tão poderoso e eficaz.
Em Romanos 5:1-2, Paulo, mais uma vez mostra que a nossa atitude de fé que nos permite entrar na Nova Aliança, a fim de aproveitar o tempo da Graça, que também deixa claro que somos justificados pela fé.
Apenas título de encerramento, queremos lembrar Hebreus 11:6, que afirma que sem fé e impossível agradar a Deus, isto é, se não temos fé de que o sacrifício de Cristo é único e suficiente para a nossa redenção, nunca vamos agradar a Deus , e assim, não desfrutar de sua glória. Através da fé em tempo da Graça que pode fazer o que quisermos, para ver a Glória de Deus tremendo.    
Este tempo da Graça é também conhecido como dispensação da fé, porque o Senhor Jesus deixou claro que, se você acreditar, você vai ver a Glória de Deus (João 11:40). No final, a parte de Deus está consumada, agora deixa fazer a nossa parte. Lembre-se, que a fé é a ação de seu livre arbítrio. Então, acredite e você verá a Glória de Deus.
Pr. Tupirani, O Última Elias!
pastortupirani@hotmail.com
Fuente (em inglês): http://ouveohisrael.webs.com/inenglish.htm
Videos: http://www.youtube.com/user/ultimavoz/

Que a Graça de Deus esteja com todos vocês!
Shalom!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Homenagem Aos Judeus da Segunda Guerra Mundial

Fonte: http://www.youtube.com/user/shalombrasil2010

Homenagear os heróis e mártires da Segunda Guerra Mundial foi a proposta da sessão solene realizada nesta segunda-feira na Câmara Municipal de São Paulo pelo vereador Gilberto Natalini (PV) e pelas entidades Sherit Hapleitá e B’nai B’rith São Paulo. A comemoração foi instituída pela Lei Municipal nº 11.844 de 1995 e desde essa data vem sendo realizada em diversas entidades como Fisesp, Centro de Cultura Judaica, A Hebraica de São Paulo, Macabi e B`nai B´rith.

O Vereador Gilberto Natalini e as entidades Sherit Hapleitá e B´nai B` Rith do Brasil realizarão mais uma sessão solene em recordação aos heróis e mártires da segunda guerra mundial - Foto: Rodrigo Camargo
Participaram do evento desta segunda Abraham Goldstein, presidente da B´nai B´Rith; Ben Abraham, presidente da Sherit Hapleitá; Ilan Sztulman, Cônsul Geral de Israel em São Paulo; Saul Schkolnik, presidente da B´Nai B ´Rith São Paulo; Boris Ber, diretor da CONIB; Ricardo Berkiensztat, Vice-Presidente Executivo da Fisesp, além de representantes do Exército, Marinha, Aeronáutica e FEB, entre outros.
Segundo o cônsul geral de Israel em São Paulo, Ilan Sztulman, o evento desta segunda é mais uma possibilidade de conscientizar as pessoas de que essa luta não terminou. “A luta contra qualquer tipo de racismo ou violência politica é uma luta que toda a humanidade deve assumir. Precisamos ter consciência de que esse fenômeno ainda existe em nossa civilização e cada um de nós tem que assumir a responsabilidade de combatê-lo onde for.”
O major Samuel Silva veio à solenidade representando a Associação dos Ex-Combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB).”Para nós, esse é um ato de reconhecimento das pessoas para dizer que os combatentes da Força Expedicionária Brasileira não foram esquecidos, apesar de já terem passado tantos anos”, disse.
“O nazismo e o fascismo são sistemas políticos que trouxeram muito sofrimento, angústia e destruição para a sociedade. Eles produziram a Segunda Guerra Mundial, na qual morreram 50 milhões de pessoas. Desde o início do meu mandato, em 2002, eu realizo essa sessão solene para relembrar o que foi a vitória dos aliados contra os nazistas e o que foi o mundo respirar novamente a liberdade. Aqui cultuamos a democracia e pregamos a luta contra o preconceito, contra e intolerância religiosa, racial e sexual”, disse Natalini.
Fonte: http://www.pletz.com/blog/

Quer viajar para Israel? Veja como (em inglês): http://www.ifcj.org/site/PageNavigator/eng/programs/journey_home/tour_2012#prettyPhoto

Deus abençoe todos os Judeus e a Israel!
Shalom!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Oração de Companherismo Para Israel 3

Este fim de semana, como os Judeus celebram Shavuot, celebrando o dia que Deus deu a Tora aos Israelitas no Monte Sinai, nós lembraremos da fidelidade de Deus a nós por milênios. Como nós levantamos nosso mundo em oração, deixe-nos lembrar-se de dar graças a Ele por muitas benções que Ele nos deu!
 -Como os Estados Unidos observam o Memorial Day, segunda-feira que vem (28 de Maio), deixe-nos dar graças para os soldados que deram suas vidas por paz e liberdade. Orem que Deus abençoa as suas famílias, e mantem seu sacrifício corajoso sempre nos nossos corações. "A memória do justo será uma benção…" (Provérbios 10:7).
 -O Festival de Shavuot, que começa sábado em pôr do sol, homenagea a fidelidade de Deus aos Israelitas. Dêem graças a Deus pelo presente que é Bíblia, e alegrem nas benções da Sua palavra! "Estes são os decretos, as leis e os regulamentos que o SENHOR estabeleceu no Monte Sinai entre Si e os Israelitas por Moisés" (Leviticus 26:46).
 -Orem por sabedoria para o Primeiro-Ministro Israelense Netanyahu e o seu novo governo de coalizão. Que possam ter as mudanças no governo de Israel, trazendo seu mais próximo a sua meta de viver em paz e segurança. "Dá-me sabedoria e conhecimento, que eu possa dirigir estas pessoas, para quem pode governar este Teu grande povo?" (2 Crônicas 1:10).
 -Peçam que Deus transformará os corações desses que mostram preconceito detestável contra Israel e o povo Israelense. "Você surgirá e terá compaixão de Sião, como é tempo de mostrar favor por ela; o tempo nomeado veio" (Salmo 102:13).
 -Orem para a proteção de todos os soldados da IDF (soldados Israelenses), e para o conforto de seus membros da família, que se preocupam para sua segurança todos os dias. "Você será seguro, porque há esperança; você olhará sobre você e toma seu descanso em segurança" (Jó 11:18).
 -Por favor, orem para a segurança de IFCJ (International Fellowship of Christians and Jews) e dos programas desse trabalho, para manter os Israelenses inocentes seguro. "'Porque ele ama-me,' diz o SENHOR, 'eu o salvarei; eu o protegerei, como ele reconhece meu nome'" (Salmo 91:14).
Fonte (em inglês): http://www.ifcj.org/site/PageNavigator/eng/USENG_homenew
Mais sobre Shavuot: http://pt.wikipedia.org/wiki/Shavuot

Eventos importantes (em espanhol e inglês): http://www.cufi.org/site/Calendar?view=Detail&id=114281&autologin=true / http://www.cufi.org/site/PageNavigator/2012Summit_thank_you_Win_Trip_Wasington_Summit.htmlhttp://www.cufi.org/site/PageServer?pagename=2012Summit_welcome / http://www.iiacf.org/usa/event_details/jerusalem_day_prayer_breakfast_2012/
Petições (em inglês): http://www.capwiz.com/aipac/issues/alert/?alertid=61025721&type=COhttp://www.capwiz.com/aipac/issues/alert/?alertid=61001916&type=COhttp://www.aipac.org/legislative-agenda/agenda-display?agendaid={407715AF-6DB4-4268-B6F8-36D3C6F241AA}http://www.israelallies.org/site/recognize/jerusalem/
Mais coisas (em inglês): https://jerusalemprayerteam.org/songs-from-the-book-of-psalms2.asphttp://www.chosenpeople.com/main/resources/podcasts/604-conference-podcastshttp://www.aipac.org/issues/issue-display?issueid={E491C400-58B9-4967-9CC9-9489F5935192}

Que Deus te abençoe e abençoe Israel!
Shalom!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

JUDEUS: O Povo Esquecido

Livros de história relatam como 6 milhões de judeus, ou mais, morreram sob a Solução Final de Hitler; mas isso foi em outra geração, e nada desse tipo poderia acontecer hoje em dia, muitos acreditam.

Afinal, as atrocidades foram bem documentadas, depois que o general Dwight Eisenhower, que depois seria presidente, ordenou um extenso registro em vídeos e fotos dos horrores descobertos por tropas americanas que libertaram os campos de concentração na Alemanha.

Eisenhower explicava suas instruções à medida que as câmeras da mídia e dos militares gravavam as cenas, dizendo: "Fiz a visita deliberadamente; assim tenho provas, em primeira-mão, sobre tudo isso, na eventualidade de que porventura no futuro surja a ideia de atribuir tais alegações a 'mera propaganda'".

Mas, de acordo com o Washington Post, torcedores do Reino Unido ainda hoje podem comprar cachecóis e adesivos onde se lê: "Proibido judeus".

E um poeta alemão ganhador de um Prêmio Nobel recentemente culpou Israel em público de ameaçar uma "paz mundial que já é frágil".

Na França, um recente massacre de um homem armado visava judeus, e em Rutgers, Nova Jersey, a edição de "1º de abril" de um editorial "exaltava Adolf Hitler".

Isso fornece a base para o DVD chamado "The Forgotten People" (O Povo Esquecido).
Isso explica em detalhes o motivo de haver um Dia Internacional do Holocausto, para ser observado como o dia em que Israel se lembra dos cerca de 6 milhões de judeus que pereceram no holocausto.

O DVD relata como foi feita a descoberta dos campos da morte na Alemanha, quando um dos subcampos do famoso campo de Buchenwald foi capturado pelas forças aliadas.

Dos 250.000 judeus prisioneiros mantidos lá, apenas 4.000 ainda estavam vivos, explica o DVD. Ainda hoje, "apesar de montanhas de provas", os negadores do holocausto crescem em uma nova onda de antissemitismo em escala mundial, explica o DVD.
O projeto, de autoria da organização Proclaiming Justice to the Nations, explica que os cristãos, em sua grande maioria, se mantiveram em silêncio à medida que o holocausto era revelado.

E a produtora Lauria Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, "os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel".
No vídeo, o especialista em terrorismo Walid Shoebat afirma que o holocausto "nunca realmente terminou".

Brad Young, professor de pós-graduação em teologia, afirma: "Escolas, educadores e professores cristãos precisam lidar com o problema do antissemitismo cristão".

James Woolsey, ex-diretor da CIA, fala sobre os inimigos de Israel: "A solução deles, quando falam em ocupar a Palestina, está se referindo a Telavive. Eles querem destruir o estado judeu".

O DVD alerta que apesar de toda a documentação, hoje em dia o número de negadores do holocausto (os que dizem que ele nunca aconteceu) está crescendo "como uma onda mundial de antissemitismo que atinge níveis não vistos desde a ascensão da Alemanha nazista".

Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, "os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel".

O dia em memória do holocausto foi inaugurado em 1950 pelo primeiro-ministro de Israel David Ben-Gurion e pelo presidente Yatzhak Ben-Zvi. O dia é celebrado em dias variados durante a primavera. Muitas comunidades acendem velas e recitam o kadish, a oração dos mortos.

Pelo mundo, os cultos envolvem eventos nas sinagogas e grupos de vigílias. Muitos programas exibem entrevistas com sobreviventes do holocausto ou com descendentes diretos. Além disso, milhares de judeus e não-judeus pelo mundo se reúnem em Auschwitz para o que se tornou conhecida como "A Marcha dos Vivos".

Para mais informações: www.juliosevero.com
Fonte: http://www.youtube.com/user/blogjuliosevero
Site do documentário (em inglês): http://www.pjtn.org/
Documentário "Christianity and the Holocaust" (em inglés): http://www.youtube.com/user/smotvfilm/videos?query=The+Forgotten+People+

O mundo pode esquecer dos Judeus, mas Deus nunca esquecerá do teu Povo Escolhido.
Deus proteja Israel e salva os Judeus!
Shalom!

domingo, 20 de maio de 2012

E quanto aos Budistas, Hindus, Muçulmanos e Judeus?

Fonte: http://www.youtube.com/user/VoltemosAoEvangelho?feature=watch
Site recomendado: http://amecristo.com/

Mais Coisas:
Jesus Cristo era Judeu: http://israelemportugues.blogspot.com/2011/04/jesus-cristo-era-judeu.html
A Salvação: http://verdadesementirasnessemundo.blogspot.com/2010/11/salvacao.html

Jesus Cristo morreu por nós, para pagar pelos nossos pecados e semos salvos.
Jesus Cristo ressucitou para nós ressucitamos também e vivemos eternamente com Ele.
Só basta aceitar Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador!
Você escolhe...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O Evangelho de Jesus Cristo Segundo João

O EVANGELHO DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO SEGUNDO JOÃO.
Fonte: http://www.youtube.com/user/guerrova

Que a Paz de Jesus Cristo esteja com todos vocês!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

OREM POR ISRAEL URGENTIMENTE!

 Israel já está se preparando para atacar ou se defender do Irã. Muitas coisas estão acontecendo e tudo indica para uma possível guerra entre Israel e Irã, onde pode até mesmo, levar a uma Terceira Guerra Mundial.
 Estados Unidos finge que é amigo de Israel, Rússia e China são aliados do Irã, e TODAS as nações do mundo não apoiam Israel.
 Mas Deus está do lado de Israel e nós podemos fazer a nossa parte como Cristãos Legítimos, ou qualquer pessoa que apoia Israel.
 Vamos orar por Israel, para que Deus salve os Judeus e a Nação Escolhida por Ele!

Também, assinem estas petições (em inglês): http://www.capwiz.com/aipac/issues/alert/?alertid=61001916&type=COhttp://www.israelallies.org/site/recognize/jerusalem/http://bethlehemfreedom.com/

Mais informações (em inglês): http://www.aipac.org/~/media/Publications/Policy%20and%20Politics/AIPAC%20Analyses/Issue%20Memos/2012/03/IranTimelineweb.pdf

Deus, por amor do teu nome, proteja Israel!
Shalom!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os 152 Anos de Theodor Herzl


Theodor Herzl, o principal símbolo do sionismo, o “pai” do Estado de Israel, foi lembrado nesta quarta-feira, pelos 152 anos de seu nascimento. Na data celebrada em Israel como Dia de Herzl, sua memória foi reverenciada em cidades, escolas e ruas, além de órgãos governamentais. Herzl, o inspirador do sonho sionista, da fé em uma nação judaica forte, faleceu na Áustria, em 1904, aos 44 anos, e estipulou: “Eu quero ser enterrado no cemitério com meu pai, e ficar lá até que o povo judeu leve-me para Eretz Israel”. Em 1949 seus restos mortais foram transferidos do de Viena para o Monte Herzl, em Jerusalém. Este ano, as comemorações tiveram como tema “Israel 2048″, incidindo sobre o futuro de Israel. Milhares de estudantes comemoraram em Jerusalém o aniversário do pai do sionismo e discutiram sua visão para o futuro do país.

Herzl nasceu em 1860 no Reino da Hungria, no condado de Pest (agora Budapeste). Pertencente a uma família judaica, teve educação liberal e secular. Aos 10 anos foi enviado a uma escola secular que abandonou devido ao antissemitismo. Então, foi matriculado em uma escola evangélica, onde a maioria dos alunos eram judeus. Após a morte prematura de sua irmã, Pauline, em 1878, sua família se mudou para Viena, na época capital do Império Austro-Húngaro, onde se doutorou em Direito pela Universidade de Viena, em 1884. Atuou como advogado, mas depois de um ano, passou a se dedicar quase que exclusivamente à literatura, teatro e jornalismo. Seu livro O Estado Judeu, publicado em fevereiro de 1896, indica como solução para o “problema judaico” a criação de um Estado judeu independente e soberano, para todos os judeus do mundo.
Fontes: Iton Gadol / BBpress / http://www.pletz.com/blog/
Mais informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Theodor_Herzl
Sobre o Sionismo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sionismo
O Estado Judeu (livro escrito por Theodor Herzl): http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Estado_Judeu
Escola dedicado ao Theodor Herzl (em inglês): http://www.theodorherzl.co.za/

Deus abençoe os Judeus e Israel!
Shalom!

terça-feira, 1 de maio de 2012

William Eugene Blackstone e o Sionismo Cristão


Thomas Ice
Em seu livro A Place Among The Nations: Israel and the World [Um Lugar Entre as Nações: Israel e o Mundo], [o ex-primeiro-ministro israelense] Benjamin Netanyahu identifica o americano William Eugene Blackstone como um dos exemplos mais notáveis de cristão sionista. Netanyahu comenta que “tal atividade cristã precede o moderno Movimento Sionista em, pelo menos, meio século”.[1] (Na realidade, há registro de Sionismo Cristão já no fim de 1500 na Inglaterra).[2] Os primeiros cristãos sionistas eram conhecidos como restauracionistas, visto que desejavam uma restauração dos judeus à terra de Israel . O nome de William Blackstone é muito estimado pelos judeus sionistas, a ponto do Estado de Israel ter dado o nome de Blackstone a um bosque, a fim de homenageá-lo pelos esforços iniciais para influenciar outras pessoas em favor da reconstituição da nação de Israel .

O Começo do Movimento Com Blackstone

Blackstone nasceu em Adams, Estado de Nova York, no ano de 1841 e foi criado num ambiente familiar de metodistas fervorosos, onde se tornou crente em Cristo com onze anos de idade.[3] Quando se casou, Blackstone mudou-se para Oak Park, Estado de Illinois, na região de Chicago, e foi muito bem sucedido como homem de negócios, tornando-se um magnata do ramo imobiliário. “Em 1878, ele participou da Conferência de Niagara, cujo tema era o retorno dos judeus à Palestina, na qual decidiu tornar-se um corajoso restauracionista”.[4] Apesar de ser metodista, passou a empreender esforços em prol do restabelecimento do Estado de Israel, motivado por sua visão dispensacionalista da profecia bíblica. “Blackstone passou a ser um colaborador pessoal de líderes pré-milenistas, tais como, D. L. Moody, James H. Brookes e Horatio Spafford, este que, por fim, fundou a colônia americana em Jerusalém”.[5]
Blackstone, um incansável estudioso autodidata da Bíblia e da teologia, continuou a desenvolver seu interesse por aquilo que a Bíblia ensina acerca de Israel . À semelhança de muitos crentes em Cristo que possuem esse mesmo interesse, foi levado a empreender esforços para pregar o Evangelho ao povo judeu. Em 1887, fundou a Chicago Hebrew Mission [Missão Hebraica de Chicago] que está ativa até hoje. Ao longo de sua vida, Blackstone combinou sua postura pró-sionista com seus esforços contínuos de ganhar o povo judeu para Cristo.
Em 1908, Blackstone publicou o livro Jesus is Coming [Jesus Está Voltando], que se tornou um best-seller com a venda de mais de um milhão de cópias em três edições e foi “traduzido para trinta e seis idiomas”.[6] “É provável que em sua época não tenha havido um expositor dispensacionalista da Bíblia mais aclamado pelo público do que ele”.[7] Blackstone pode ser considerado o Hal Lindsey daquele tempo.

O Sionismo Cristão de Blackstone

Embora seja amplamente conhecido na história do evangelicalismo por diversos feitos, Blackstone é mais conhecido por sua incansável atividade em prol do restabelecimento da nação judaica em Israel . Sem dúvida alguma, Blackstone foi o principal líder sionista de seu tempo. Timothy Weber faz o seguinte comentário sobre Blackstone e o dispensacionalismo:
Os dispensacionalistas, na sua maioria, ficaram satisfeitos em ser meros observadores do movimento sionista. Eles ficaram atentos ao movimento e o analisaram; pronunciaram-se em favor dele. Mas, em termos políticos, raramente se envolveram para promover seus objetivos. Entretanto, há uma exceção a essa regra na pessoa de William E. Blackstone, um dos escritores dispensacionalistas mais estimados de sua época.[8]
No que diz respeito à restauração dos judeus à sua terra natal, Blackstone diz em seu livro: “Talvez você diga: ‘eu não creio que os israelitas devam retornar à terra de Canaã, nem creio que Jerusalém deva ser reconstruída’. Meu caro leitor, você já leu as declarações da Palavra de Deus sobre esse assunto? Certamente não existe nada que tenha sido afirmado com mais clareza nas Escrituras do que isso”.[9] Após fazer tal declaração, as próximas quatorze páginas que ele escreveu praticamente só contêm citações das Escrituras que fundamentam sua convicção. Então ele conclui: “Poderíamos ter enchido um livro inteiro com explicações sobre a maneira pela qual Israel será restaurado à sua terra, mas nosso único desejo era o de demonstrar o fato inquestionável da profecia, fato esse que está intimamente relacionado com a aparição de nosso Senhor e que, segundo cremos, cumprir-se-á plenamente”.[10]
Por volta de 1891, o ativista Blackstone organizou um abaixo-assinado endossado por 413 proeminentes cidadãos americanos e enviou esse documento ao presidente Benjamin Harrison defendendo o restabelecimento dos judeus que estavam sendo perseguidos na Rússia numa nova terra natal, então chamada de Palestina.[11] Segue abaixo um trecho daquela petição:
Por que não lhes devolver a Palestina? De acordo com a distribuição das nações feita por Deus, a Palestina é a sua terra natal — uma possessão inalienável da qual eles foram expulsos a força. Quando eles a cultivavam, era uma terra extraordinariamente frutífera que sustentava milhões de israelitas; eles diligentemente lavravam suas encostas e vales. Eram agricultores e produtores, bem como se constituíam numa nação de grande importância comercial — o centro da civilização e da religião [...] Cremos que este é o momento adequado para que todas as nações, principalmente as nações cristãs da Europa, demonstrem benevolência para com Israel. Um milhão de exilados que, devido ao seu terrível sofrimento, imploram, de forma comovente, a nossa compaixão, justiça e humanidade. Restauremos-lhes agora a terra da qual eles tão cruelmente foram despojados por nossos ancestrais romanos.[12]
Blackstone esclareceu: “Cerca de 2 milhões de judeus da Rússia apelam em condições deploráveis por nossa compaixão, justiça e humanidade, desesperados por um lugar de refúgio na Palestina”.[13] Carl Ehle faz a seguinte descrição dos signatários:
Entre os 413 signatários alistados por suas respectivas cidades — Chicago, Boston, Nova York, Filadélfia, Baltimore e Washington — estavam os formadores de opinião da época: editores e/ou redatores dos principais jornais e periódicos evangélicos (no mínimo, um total de noventa e três jornais representados), os prefeitos de Chicago, Boston, Nova York, Filadélfia e Baltimore, dentre outras autoridades, os principais clérigos e rabinos, grandes empresários, T. B. Reed (presidente da Assembléia Legislativa), Robert R. Hitt (presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara) e William McKinley, de Ohio, o qual mais tarde se tornou presidente.[14]
Webber salienta: “Embora a petição tenha recebido muita cobertura da imprensa, o presidente Harrison e seu secretário de Estado praticamente ignoraram aquele documento; além disso, a pequena atenção que o documento recebeu na esfera diplomática dissipou-se rapidamente”.[15] Apesar de ter conseguido pouco na área política, foi dito que a petição de Blackstone exerceu um impacto estimulante em toda a sociedade americana. A petição ganhou ampla cobertura dos jornais, gerando muita discussão e adesão pública. Ela despertou grande interesse entre os todos os judeus.[16] Blackstone desejava que o presidente convocasse uma conferência internacional de chefes de Estado, principalmente os europeus, a fim de usarem sua influência para constituir o novo Estado Judeu. Blackstone argumentou da seguinte maneira: “A ninguém [...] a nenhum mortal, desde os dias de Ciro, rei da Pérsia, foi concedida tamanha oportunidade privilegiada de propiciar o cumprimento dos propósitos de Deus relativos ao Seu antigo povo”.[17]
Em 1916, Blackstone fez um apelo semelhante ao presidente Woodrow Wilson, filho de um pastor presbiteriano que se tornara cristão sionista, solicitação essa que influenciou o presidente americano a se mostrar favorável à Declaração Balfour em 1917.[18] Essa declaração foi assinada praticamente nos mesmos termos da primeira petição de Blackstone. Oren chega à seguinte conclusão: “Como sempre aconteceu na experiência histórica dos Estados Unidos com o Oriente Médio, a fé de um homem provou ser o sonho de outro, enquanto a política era determinada pelo poder governamental”.[19]

O Relacionamento Com os Judeus

Embora Blackstone tenha atuado incansavelmente como um cristão sionista, nunca perdeu seu ardor pela evangelização dos judeus. “Em 1890 ele organizou e presidiu a primeira conferência para cristãos e judeus em Chicago”.[20] Hoje em dia, eventos assim são comuns, mas na época de Blackstone nunca se ouvira falar, até então, de conferências dessa natureza. Blackstone aproveitou a ocasião para promover o tema da restauração dos judeus à terra de Israel, com a inclusão de alguns argumentos que comprovavam ser Jesus o Messias. Os judeus “sionistas gostavam de Blackstone e confiavam nele”,[21] apesar das suas freqüentes tentativas de evangelizá-los. Um exemplo típico de iniciativa de evangelização tomada ao longo de sua vida é a que ocorreu “em 1918, por ocasião de um ajuntamento sionista em massa na cidade de Los Angeles, quando Blackstone teve a petulância de fazer um apelo de púlpito”,[22] convidando sua audiência de centenas de judeus a que viesse à frente e aceitasse Jesus como seu Messias. A despeito de tais tentativas, ele continuava a ser muito amado dentro da comunidade judaica.
Blackstone queria deixar um legado de evangelização para o povo judeu, de modo que pudesse contribuir para a salvação dele após o Arrebatamento da Igreja. Ele produziu e distribuiu material explicativo a fim de que os judeus soubessem como poderiam ser salvos depois que o Arrebatamento acontecesse.[23] Houve ocasião em que Blackstone chegou a ter centenas de Novos Testamentos impressos em hebraico, os quais foram levados para Petra [na atual Jordânia] e lá estocados a fim de que o remanescente judeu pudesse conhecer o caminho da salvação durante o tempo da Grande Tribulação.

Conclusão

Não é de se admirar que “a Conferência Sionista de 1918, realizada em Filadélfia, tenha aclamado Blackstone como o ‘Pai do Sionismo’ e que em 1956, por ocasião do septuagésimo quinto aniversário de sua petição ao presidente Harrison, os cidadãos do Estado de Israel tenham homenageado Blackstone, dando seu nome a um bosque”.[24] Blackstone passou o resto de sua vida, até a sua morte em 1935, a serviço da causa que amava. Embora tenha ficado muito empolgado com os desdobramentos da Declaração Balfour em 1917 e com o Mandato Britânico na Palestina após a Primeira Guerra Mundial, ele morreu frustrado pelo fato de que Israel, até então, ainda não tinha se tornado uma nação em sua terra. Entretanto, o sonho dele tornou-se realidade treze anos mais tarde. William Blackstone é um modelo inspirador, um exemplo para os crentes em Cristo, de alguém que apóia ardentemente Israel, enquanto busca, ao mesmo tempo, ganhar o povo judeu para Cristo. Maranata! (Pre-Trib Perspectives — http://www.beth-shalom.com.br)
Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center em Lynchburg, VA (EUA). Ele é autor de muitos livros e um dos editores da Bíblia de Estudo Profética.
Notas:
1. Benjamin Netanyahu, A Place Among The Nations: Israel and the World, Nova York: Bantam, 1993, p. 16.
2. Para uma visão geral de toda a história do Sionismo Cristão, veja o artigo intitulado “Lovers of Zion: A History of Christian Zionism”, de autoria de Thoma Ice, em www.pre-trib.org/article-view.php?id=295.
3. Timothy P. Weber, On the Road to Armageddon: How Evangelicals Became Israel’s Best Friend, Grand Rapids: Baker Academic, 2004, p. 102.
4. Michael B. Oren, Power, Faith, and Fantasy: America in the Middle East 1776 to the Present, Nova York: W. W. Norton & Company, 2007, p. 278.
5. Weber, On the Road to Armageddon, p. 102.
6. Oren, Power, Faith, and Fantasy, p. 278.
7. Weber, On the Road to Armageddon, p. 103.
8. Weber, On the Road to Armageddon, p. 102.
9. William E. Blackstone, Jesus is Coming, 3ª edição, Nova York: Fleming H. Revell, 1932, p. 162.
10. Blackstone, Jesus is Coming, p. 176.
11. Carl F. Ehle, Jr., “Prolegomena to Christian Zionism in America: The View of Increase Mather and William E. Blackstone Concerning the Doctrine of the Restoration of Israel”, dissertação para obtenção do grau de Ph.D. apresentada à New York University, 1977, p. 240-44.
12. Ehle, “Prolegomena”, p. 241-42.
13. Oren, Power, Faith, and Fantasy, p. 278.
14. Ehle, “Prolegomena”, p. 242-43.
15. Weber, On the Road to Armageddon, p. 105.
16. Ehle, “Prolegomena”, p. 243.
17. Oren, Power, Faith, and Fantasy, p. 278.
18. Ehle, “Prolegomena”, p. 290-93.
19. Oren, Power, Faith, and Fantasy, p. 279.
20. Weber, On the Road to Armageddon, p. 103.
21. Weber, On the Road to Armageddon, p. 106.
22. Weber, On the Road to Armageddon, p. 112.
23. Weber, On the Road to Armageddon, p. 105.
24. Weber, On the Road to Armageddon, p. 106.
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, novembro de 2007.
Divulgação: www.juliosevero.com
Mais sobre William E. Blackstone (em inglês): http://en.wikipedia.org/wiki/William_Eugene_Blackstone

Assim como ele, nós também devemos lutar por Israel!
Salve Jerusalém assinando esta petitição (em inglês): http://unitedwithisrael.org/declaration/
Presentes de Jerusalém (em inglês): http://www.jerusalemmint.com/
Doação (em inglês): https://jerusalemprayerteam.org/matching-gifts.asp
Mais informações sobre Jerusalém (em inglês e português): http://jerusalemprayerteam.org/email/2012/0501-2.htm / http://pt.wikipedia.org/wiki/Jerusal%C3%A9m

Como Cristãos, é nosso dever ajudar Israel!
Deus abençoe Israel e os Cristãos!
Shalom!