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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Contra ou A Favor!?

Quem está a favor da Palestina, está a favor da morte, do terrorismo, do ódio, da ditadura, do subdesenvolvimento, da guerra, da intolerância, do medo, da discriminação e do próprio diabo.
Quem está contra Israel, está contra a vida, contra a proteção dos inocentes, contra o amor, contra a democracia, contra o desenvolvimento, contra a paz, contra a tolerância, contra a coragem, contra a igualdade e contra o próprio Deus.
De quem você está contra e a favor?
Pense e reflita, por favor!
Shalom!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Lei de Deus e a Saúde dos Hebreus

Assim como um pai cuida de seus filhos, Deus cuidava do povo hebreu (israelitas) através de sua Lei.
Fonte: http://www.youtube.com/user/guerrova

3 João 2: "Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, 'e que tenhas saúde', assim como bem vai a tua alma."
Deus se preocupa com com nós em todas as areas de nossas vidas. Pense nisso e Shalom!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Conselho Mundial de Igrejas: Babilônia e Sodoma Entre os Evangélicos

Julio Severo

As fotos a seguir, tiradas na reunião de fevereiro de 2006 do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) em Porto Alegre, mostram claramente que tipo de espiritualidade move os participantes desse organismo ecumênico e demonstram de modo assombroso se a missão do CMI ajuda ou prejudica a verdadeira missão da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Fazem parte do CMI muitas igrejas evangélicas liberais.

Stand no CMI defendendo a luta dos árabes “palestinos” para possuir territórios que Deus deu somente aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. O CMI debateu estratégias para levar as igrejas evangélicas a boicotar Israel a fim de fortalecer a causa “palestina”.






Stand da MCC. MCC significa Metropolitan Community Church, uma denominação “evangélica” homossexual fundada pelo “pastor” gay Troy Perry.









Stand de grupo de direitos humanos do CMI (EAPPI) que defende a causa “palestina” e acusa Israel.










Representantes de religião afro-brasileira e militantes homossexuais do grupo Harpazo juntam-se à salada ecumênica do CMI. Ao fundo, imagem da LBV.










Artigo de esclarecimento sobre o ecumenismo:

Este ecuminismo só é o início da apostasia da Igreja de Jesus Cristo, mas no final dos tempos, a besta ou o anti-cristo reunirá o mundo inteiro contra Israel e contra o Povo Escolhido de Deus. Você deve escolher agora: Ou você está a favor de Jesus Cristo e contra a apostasia, ou está a favor do anti-cristo e contra Israel? Pense sobre isso e Shalom!

sábado, 11 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Diferenças Entre Israel e Palestina

Palestina mente, mas Israel fala a verdade.
Palestina mata, mas Israel salva vidas.
Palestina atrapalha, mas Israel ajuda a humanidade.
Palestina é fruto de maldição, mas Israel fruto da Bença de Deus.
Palestina nunca foi e nunca será nação, mas Israel sempre foi e sempre sera Nação Santa.
Palestina é usada por satanás, mas Israel é abençoado por Deus.
Palestina será extinta, mas Israel permanecera por toda eternidade.

sábado, 4 de junho de 2011

Clama Israel

Sergio Lopes - Clama Israel ( DVD Acústico Lançamento 2010 )Letra: Quando eu te escolhi prometi a Abraão
Que serias sobre a terra o meu braço
Nenhum povo te feriu, nenhum reino te iludiu
Como um filho te acolhi em meu regaço
Lembra que eu te dei Moisés
De Belém te dei Davi
De tuas rochas mortas, água viva fiz jorrar
Não te destinei à dor
Não resisto ao teu clamor
Serás sempre meu rebanho e eu o teu pastor
Clama, Israel!
E eu te ajudarei
Lembra, Israel:
Prometi e para sempre te amarei

Fonte: http://www.youtube.com/user/wa6gner8

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Um Caminho de Israel até a China


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Qual o país mais importante do mundo?
Bom, alguns vão dizer EUA, outros vão dizer que agora é a China, outros vão dizer que é o Brasil já que vivemos aqui, enfim, opiniões sobre isso serão muitas.
Agora, se alguém perguntar, qual é o país geograficamente mais importante no mundo?
Aí posso afirmar com convicção que é Israel.
Pensando apenas no aspecto físico, ou seja, de localização, não há dúvidas de que Israel seja o umbigo do mundo, ou seja, é o local que liga os países ocidentais por terra, a áfrica, a Ásia e os países árabes no entorno.
Há uma frase muito antiga, que talvez alguns de vocês ainda não conheçam que é "Quem dominar Jerusalém, dominará o mundo."
Jerusalém, além de um palco de disputa religiosa, é um entroncamento onde se cruzam e se chocam as civilizações de mundo inteiro, bem como os interesses econômicos de todas elas.
Um local disputado desde antes da babilônia que a invadiu em 700 A.C. causando o cativeiro das 10 tribos do norte, e que foi disputado por todos os 4 grandes impérios mundiais, a babilônia, o império medo-persa, o império grego e o império romano.
Por menos que se compreenda o império romano perdura até hoje em partes, tanto que várias de nossas instituições, inclusive a jurídica são baseadas em costumes romanos.
Aliás, todos os impérios deixaram costumes até hoje em nossa civilização.
Hoje estamos em uma espécie de quinto império, onde há uma mistura de poderes de várias nações e em que todos tentam interagir de forma global.
Durante os últimos 2 mil anos Jerusalém se manteve centro de disputas, num passado não tão distante pelas cruzadas e agora no século passado pelos países aliados que venceram a guerra e depois de uma longa diáspora trouxeram de volta as duas tribos do sul.
Há uma interpretação de que as 10 tribos do norte ainda estão dispersas pelo mundo e tiveram o sangue mesclado com outras tribos, enquanto que uma versão prevalecente diz que todas as 12 tribos, as do norte e as do sul, retornaram à Jerusalém.
Agora você vai me perguntar, e o que isso tudo tem a ver comigo?
Bom, como Israel é considerado o umbigo do mundo e o centro da quebra de braços dos países mais poderosos até hoje, tem tudo a ver com você. Por menos que você conheça sobre o assunto, até o Brasil tenta meter o bedelho nessa disputa, apesar de quase sempre em papel coadjuvante.
O motivo maior de eu ter chamado atenção para esse tema é que, todos os países que os EUA atacaram nestas últimas guerras, fazem o caminho exato de Israel até na China e desde Iraque até o Paquistão, todos foram dominados, restando apenas o Irã, a bola da vez.
Eu pergunto, por que os EUA iriam querer abrir um caminho por terra de Israel até a China?
Por que a Rússia Comunista que apóia a China, está mantendo o Irã forte para que os EUA não completem este "caminho" por terra?
A minha opinião é que os EUA realmente queria criar um caminho livre de entrepostos de Israel até na china, por motivos comerciais e de dominação política.
Porém agora, com a China adquirindo este tremendo poderio, me parece que a coisa possa inverter, e o Irã com apoio de China e Rússia não seja mesmo dominado.
Considerando que o próprio Obama parece manter simpatia pelo regime iraniano, apesar de em público dizer o contrário, podemos concluir que a estrada de ida, poderá ser agora de volta.
Antes EUA poderiam chegar à China por Israel, agora que sabe a China é que pretende chegar à Europa passando por cima de Israel.
Ora, se quem domina Jerusalém domina o mundo inteiro e Obama parece dar sinais de fraqueza, querendo entregar Israel ao Deus dará, nos parece que os EUA já estão começando a achar Israel uma pedra pesada demais para carregar.
Estariam os EUA desistindo de Israel?
Tomara Deus que fiquem protegidos os povos judeu, palestino, e os demais povos das nações das intenções escusas dos governantes desse nosso mundo tenebroso.
Um forte abraço a todos, e até a próxima.
Fonte: http://www.youtube.com/user/CasandoOVerbo

quarta-feira, 1 de junho de 2011

É Fato, Não Opinião: Netanyahu Não Rejeitou Plano de Paz Nenhum de Obama Porque Não Havia Plano de Paz a Rejeitar

Vamos botar as coisas no seu devido lugar, independentemente da opinião que se tenha sobre a tese de Barack Obama, segundo a qual as fronteiras de Israel devem voltar a 1967, antes da Guerra dos Seis Dias. Eu estou, por exemplo, entre aqueles que acham que isso não vai acontecer. No máximo, seria preciso trocar os assentamentos da Cisjordânia por extensões correspondentes de terra. Mas reitero: não vou entrar nesse mérito agora. Vamos aos fatos.
Obama expressou seu ponto de vista no discurso de ontem, um dia antes de se encontrar com Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel. Digamos que não chegou a ser, assim, uma decisão muito sábia, mas quem nasceu destinado a fazer discursos que a imprensa sempre considera “históricos” — às vezes, antes mesmo que sejam pronunciados — pode falar qualquer coisa. Adiante.
Nem o presidente Barack Obama chamou a sua opinião de “plano de paz”. Aliás, digam-me uma só liderança palestina que tenha feito ou pudesse fizer o mesmo. Afinal, que plano seria esse que, segundo o próprio presidente, deixaria para depois questões simples como a volta dos “refugiados” e o destino de Jerusalém. Que plano seria esse que, segundo o próprio Obama, não contempla a militância do Hamas, que acaba de fazer um acordo com a Fatah?
Netanyahu esteve com Obama e afirmou que voltar às fronteiras de 1967 fragilizaria a segurança de Israel e que a negociação com a Autoridade Nacional Palestina, com o Hamas, é impossível. Vamos ver: que Barack Obama não tenha apresentado um plano de paz — coisa que não se faz num mero discurso — não é uma questão de opinião, mas de fato. Afirmar que Netanyahu recusou “proposta de paz” de Obama é simplesmente um erro.
Agora vamos ao que é, sim, opinião, que considero pautada pela lógica, mas opinião: nos termos em que a sugestão foi tornada pública, a única coisa razoável que Netanyahu tinha a fazer era dizer “não”. Queriam o quê? O governo israelense negociando com uma facção que tem como ponto central de seu estatuto a destruição de Israel? E que age segundo esses estatutos?  Aí alguém dirá: “Ah, mas aquilo não pode ser levado muito a sério…” Não? Qual é a proposta? Que os israelenses não levem a sério aquilo que o Hamas diz de si mesmo — e, sobretudo, faz?
Bem, ao debate etc e tal. Reitero o fato: Netanyahu não rejeitou plano de paz nenhum de Obama porque não havia plano de paz a rejeitar.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/