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sábado, 23 de abril de 2011

Jesus Cristo Era Judeu?


Shalom! Quando Jesus Cristo veio a Terra e viveu no mundo, Ele tinha religião? Se sim, qual era a religião de Jesus Cristo? Vamos olhar nas escrituras, Mateus 1: 1-17:
Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.
Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos;
E Judá gerou, de Tamar, a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom; e Esrom gerou a Arão;
E Arão gerou a Aminadabe; e Aminadabe gerou a Naassom; e Naassom gerou a Salmom;
E Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé;
E Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias.
E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa;
E Asa gerou a Josafá; e Josafá gerou a Jorão; e Jorão gerou a Uzias;
E Uzias gerou a Jotão; e Jotão gerou a Acaz; e Acaz gerou a Ezequias;
E Ezequias gerou a Manassés; e Manassés gerou a Amom; e Amom gerou a Josias;
E Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para babilônia.
E, depois da deportação para a babilônia, Jeconias gerou a Salatiel; e Salatiel gerou a Zorobabel;
E Zorobabel gerou a Abiúde; e Abiúde gerou a Eliaquim; e Eliaquim gerou a Azor;
E Azor gerou a Sadoque; e Sadoque gerou a Aquim; e Aquim gerou a Eliúde;
E Eliúde gerou a Eleázar; e Eleázar gerou a Matã; e Matã gerou a Jacó;
E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo.
De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações.
Todas estas pessoas que fazem parte da genealogia de Jesus Cristo eram judeus, então pelo menos, Jesus Cristo nasceu em um lar judeu, mas Ele cresceu como judeu? Lucas 2: 40-52:
E o menino (Jesus Cristo) crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa;
E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.
E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.
Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos;
E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.
E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.
E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.
E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.
E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas.
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
Como vocês vêem, Jesus Cristo foi educado como judeu, mas Ele continuou sendo judeu, quando Ele começou o ministério dele? João 4: 1-10:
E quando o Senhor entendeu que os fariseus tinham ouvido que Jesus fazia e batizava mais discípulos do que João
(Ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos),
Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia.
E era-lhe necessário passar por Samaria.
Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José.
E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta.
“Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.”
Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.
“Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos).”
Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.
No ministério de Jesus Cristo, Ele permaneceu sendo judeu e continuou sendo judeu até mesmo na crucificação:
Diziam, pois, os principais sacerdotes dos judeus a Pilatos: Não escrevas, “O Rei dos Judeus”, mas que ele disse: “Sou o Rei dos Judeus”. João 19:21
E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, “Rei dos Judeus”! Marcos 15:18
E por cima dele estava escrita a sua acusação: “O REI DOS JUDEUS”. Marcos 15:26
E dizendo: Se tu és o “Rei dos Judeus”, salva-te a ti mesmo. Lucas 23:37
E diziam: Salve, “Rei dos Judeus”. E davam-lhe bofetadas. João 19:3
E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o “Rei dos Judeus”? Marcos 15:9
E Pilatos lhe perguntou: Tu és o “Rei dos Judeus”? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. Marcos 15:2
E Pilatos perguntou-lhe, dizendo: Tu és o “Rei dos Judeus”? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. Lucas 23:3
E também por cima dele, estava um título, escrito em letras gregas, romanas, e hebraicas: “ESTE É O REI DOS JUDEUS”. Lucas 23:38
Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o “Rei dos Judeus”? João 18:33
E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais “Rei dos Judeus”? Marcos 15:12
E por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, “O REI DOS JUDEUS”. Mateus 27:37
E Pilatos escreveu também um título, e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito: JESUS NAZARENO, “O REI DOS JUDEUS”. João 19:19
E foi Jesus apresentado ao presidente, e o presidente o interrogou, dizendo: És tu o “Rei dos Judeus”? E disse-lhe Jesus: Tu o dizes. Mateus 27:11
Mas vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela páscoa. Quereis, pois, que vos solte o “Rei dos Judeus”? João 18:39
E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, “Rei dos judeus”. Mateus 27:29
Para Jesus Cristo ser chamado de “O Rei dos Judeus”, Ele precisava ser primeiramente um Judeu verdadeiro. Como vocês vêem aqui, Jesus Cristo tinha religião e Ele foi Judeu até o fim, onde teve que cumprir com todos os requisitos de judeu e não faltou com nada, e também guardava os sábados (não como os fariseus). Então, se Jesus Cristo foi Judeu, por que nós não somos judeus também? A resposta é muito simples, João 1: 1-13:
No princípio era o Verbo (Jesus Cristo), e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.
Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz.
Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.
“Veio para o que era seu (Povo Judeu), e os seus não o receberam.”
“Mas, a todos quantos o receberam (nós, os cristãos), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;”
“Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.”

Como vocês estão vendo aqui, Jesus Cristo veio para os judeus e permaneceu judeu, mas os judeus rejeitaram Ele, com isso, rejeitaram o Messias que deste Moises até Malaquias, profetizaram sobre Ele.  Mas aqueles que creram em Jesus Cristo, receberam o direito de serem chamados de Filhos de Deus, não fazendo distinção se era judeu ou não, então, qualquer um que creu nele, automaticamente era considerado Filho de Deus. Depois da morte e ressueição de Jesus Cristo, foi estabelecida uma Nova Aliança, onde qualquer um poderia pertencer e entrar nela:
Jeremias 31: 31-34:
Eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá.
Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz o SENHOR.
Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados.

Hebreus 8: 8-12:
Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,
Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor.
Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;
E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior.
Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.
Nós, os cristãos, estamos debaixo da Nova Aliança, com isso, nós não podemos ser judeus, porque isso faz parte da Velha Aliança que já terminou com a morte de Jesus Cristo. Daqui pra frente, quem crer em Jesus Cristo, está na Nova Aliança e se tornará Filho de Deus pra sempre e por toda eternidade. Jesus Cristo abençoe todos vocês, amém!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

EXISTE VIDA APOS A MORTE?

 Há vida após a morte? A Bíblia nos diz: “O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece... Morrendo o homem, porventura tornará a viver” (Jó 14:1-2,14)?
 Como Jó, quase todos nós já fomos desafiados por essa pergunta. O que exatamente acontece conosco depois que morremos? Simplesmente cessamos de existir? É a vida uma porta giratória de saída e volta para a terra para se alcançar grandiosidade pessoal? Todos vão para o mesmo lugar, ou vamos para lugares diferentes? Existem mesmo céu e inferno, ou são estes apenas um estado de consciência?
 A Bíblia nos diz que não apenas há vida após a morte, mas vida eterna tão gloriosa que “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2:9). Jesus Cristo, Deus em carne, veio à terra para nos dar o dom da vida eterna. “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).
 Jesus tomou para Si a punição que cada um de nós merece e sacrificou a Sua própria vida. Três dias depois, Ele provou que era vitorioso sobre a morte saindo da sepultura, em Espírito e carne. Ele permaneceu na terra por quarenta dias e foi visto por milhares antes de subir para a sua morada eterna nos céus. Romanos 4:25 diz: “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.”
 A ressurreição de Cristo foi um evento bem documentado. O apóstolo Paulo desafiou pessoas a questionarem testemunhas oculares sobre a sua validade, e ninguém foi capaz de contestar a verdade da ressurreição. A ressurreição é a pedra angular da fé Cristã; porque Cristo foi ressuscitado dos mortos, nós podemos ter fé de que nós, também, seremos ressuscitados.
 Paulo admoestou alguns dos primeiros cristãos que não acreditavam nisso: “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou” (1 Coríntios 15:12-13).
 Cristo foi apenas o primeiro de uma grande colheita daqueles que serão ressuscitados para a vida mais uma vez. A morte física veio através de um homem, Adão, do qual somos todos descendentes. Mas todos aqueles que foram adotados para a família de Deus através da fé em Jesus Cristo terão uma nova vida (1 Coríntios 15:20-22). Tal como Deus levantou o corpo de Jesus, assim serão os nossos corpos ressuscitados quando Jesus voltar (1 Coríntios 6:14).
 Todos seremos, no final, ressuscitados, mas nem todos irão para o céu juntos. Uma escolha deve ser feita por cada pessoa nesta vida para determinar para onde ela vai na eternidade. A Bíblia diz que está marcado para que nós morramos uma vez, e após isso virá o julgamento (Hebreus 9:27). Aqueles que foram feitos justos irão para a vida eterna no céu, mas os incrédulos receberão punição eterna, ou inferno (Mateus 25:46).
 O inferno, como o céu, não é apenas um estado de existência, mas um lugar literal, e muito real. É um lugar onde os injustos receberão incessante e eterna ira de Deus. Eles receberão tormento emocional, mental e físico, sofrendo conscientemente de vergonha, arrependimento e desgraça.
 O inferno é descrito como um abismo sem fim (Lucas 8:31, Apocalipse 9:1), e um lago de fogo, queimando com enxofre, onde os seus habitantes serão atormentados dia e noite para todo o sempre (Apocalipse 20:10). No inferno haverá choro e ranger de dentes, indicando intensa tristeza e raiva (Mateus 13:42). É um lugar “onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga” (Marcos 9:48). Deus não tem prazer na morte dos ímpios, mas deseja que eles se voltem contra seus desejos pervertidos para que possam viver (Ezequiel 33:11). Mas Ele não irá nos forçar à submissão; se nós escolhermos rejeitá-lo, Ele tem pouca escolha a não ser nos dar o que nós queremos – uma vida longe Dele.
 A vida na terra é um teste – uma preparação para o que há de vir. Para os crentes, é a vida eterna na presença imediata de Deus. Então, como nos tornamos justos e aptos a receber esta vida eterna? Há apenas um caminho – através da fé e confiança no Filho de Deus, Jesus Cristo. Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente” (João 11:25-26).
 O dom gratuito da vida eterna está disponível para todos, mas requer que neguemos alguns prazeres do mundo e que nos sacrifiquemos para Deus. “Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (João 3:36). Nós não teremos a oportunidade de nos arrependermos dos nossos pecados após a morte porque uma vez que nós estivermos face a face com Deus, não teremos escolha a não ser acreditar Nele. Ele quer que nos cheguemos a Ele em fé e amor agora. Se nós aceitarmos a morte de Jesus Cristo como pagamento pela nossa rebelião pecaminosa contra Deus, teremos garantida não só uma vida de significado na terra, mas também vida eterna na presença de Cristo.
 Se você quer aceitar Jesus como seu Salvador, aqui está uma oração modelo. Lembre-se que fazer esta oração ou qualquer outra oração não irá salvar você. Apenas confiando em Cristo você pode ser salvo do seu pecado. Esta oração é simplesmente uma forma de expressar para Deus a sua fé Nele e agradecer por lhe dar a salvação. “Deus, eu sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que, através da fé Nele, eu pudesse ser perdoado. Eu me volto contra o meu pecado e ponho a minha fé em Ti para salvação. Obrigado por Tua graça e perdão maravilhosos – o dom da vida eterna! Amém!”
Fonte e mais informações: http://www.gotquestions.org/Portugues/vida-apos-morte.html#ixzz2joGcp2qK

Fonte: https://www.youtube.com/user/mp3minutos/videos

MAIS INFORMAÇÕES: http://josiel-dias.blogspot.com/2013/11/mulher-que-duvidava-de-deus-morre-por-9.html / http://www.youtube.com/watch?v=6Z0-zmt9A8s / http://www.youtube.com/watch?v=McQwq0-eXFE / http://verdadesementirasnessemundo.blogspot.com/2013/01/para-os-ateus-37-fato-o-paraiso-existe.html

DEUS TE ABENÇOE E SHALOM!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

POR QUE A FAMÍLIA NATURAL É TÃO IMPORTANTE?

QUAL VOCÊ PREFERE?
Rev. Alberto Thieme
É impossível falar em Natal e em Jesus, o aniversariante, sem falar de quem ele é descendente. A Palavra de Deus diz:
“Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério. Ele era, como se pensava, filho de José, filho de Eli, filho de Matate, filho de Levi, filho de Melqui, filho de Janai, filho de José, filho de Matatias, filho de Amós, filho de Naum, filho de Esli, filho de Nagai, filho de Maate, filho de Matatias, filho de Semei, filho de Joseque, filho de Jodá, filho de Joanã, filho de Ressa, filho de Zorobabel, filho de Salatiel, filho de Neri, filho de Melqui, filho de Adi, filho de Cosã, filho de Elmadã, filho de Er, filho de Josué, filho de Eliézer, filho de Jorim, filho de Matate, filho de Levi, filho de Simeão, filho de Judá, filho de José, filho de Jonã, filho de Eliaquim, filho de Meleá, filho de Mená, filho de Matatá, filho de Natã, filho de Davi, filho de Jessé, filho de Obede, filho de Boaz, filho de Salmom, filho de Naassom, filho de Aminadabe, filho de Ram, filho de Esrom, filho de Perez, filho de Judá, filho de Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão, filho de Terá, filho de Naor, filho de Serugue, filho de Ragaú, filho de Faleque, filho de Éber, filho de Salá, filho de Cainã, filho de Arfaxade, filho de Sem, filho de Noé, filho de Lameque, filho de Matusalém, filho de Enoque, filho de Jarede, filho de Maalaleel, filho de Cainã, filho de Enos, filho de Sete, filho de Adão, filho de Deus.” (Lucas 3:23-38 NIV)
Nesse texto, a palavra “filho” aparece cerca de 77 vezes. Isso mostra a importância da família natural, do casamento tradicional e da concepção abençoada por Deus. Ao mesmo tempo, esse texto não dá nenhum espaço para uniões homossexuais que jamais geram filhos. As duplas gays podem pela lei injusta ser consideradas “casadas”, porém pela lei de Deus e da natureza nunca serão. Uma sociedade que abre mão dessa realidade está condenada à destruição.
Os “inimigos” da família e do casamento tradicional querem a todo custo introduzir suas ideologias diabólicas para justificar o injustificável: a união de uma dupla que comete atos homossexuais. Eles lutam para descaracterizar a família e o casamento tradicional. Aliás, Satanás sempre lutou para destruir a família e o vemos usando indivíduos notórios nessa emboscada de pecado, tentando igualar o inigualável. Passarão é céu e a terra, mas a Palavra de Deus, eterna evidência do casamento apenas entre homem e mulher, nunca passará.
Jesus era apenas considerado “filho” de José, como diz Lucas 4:23, porque fora gerado pelo Espírito Santo. O ato do Espírito Santo engravidar Maria mostra como o casamento tradicional está aberta para o Deus que o criou. De forma oposta, a prática sexual entre dois homossexuais, considerada por Deus como abominação, gera apenas tristeza e morte, nunca a vida.
José foi considerado pai de Jesus porque era casado com Maria, que engravidou antes de ter relações sexuais com José. Aprouve a Deus através do Espírito Santo realizar o milagre da concepção da vida no ventre de Maria. Para chegar até José,  a Bíblia cita quem foi filho de quem até chegar a Adão. Há um velho ditado que diz: “pai” é quem cria. José criou muito bem seu filho adotivo, Jesus Cristo, mas nesse caso o Pai verdadeiro é Deus Pai e José teve o privilégio de criá-lo enquanto ser humano.
Todos os 77 filhos citados também se casaram e tiveram filhos, passando assim para as novas gerações a oportunidade de conhecerem seus descendentes, através da reprodução abençoada por Deus pelo casamento. Portanto, a genealogia humana de Jesus Cristo só foi possível porque nenhum deles optou pelo “casamento” homossexual. Nenhum deles se deixou influenciar por pecados anticasamento, deixando para as gerações futuras o registro de família de “quem foi filho de quem,” exatamente porque Deus valoriza o casamento entre um homem e uma mulher e nunca a união sexual entre dois homens considerada por Ele como “abominação e depravação sexual.” Cada casamento tradicional na linhagem de Jesus Cristo foi parte fundamental do plano de Deus para gerar Sua concepção abençoada.
Muitos acham chato ler a genealogia de Jesus. Mas ao lê-la, vemos a importância que Deus dá ao casamento entre um homem e uma mulher. Aliás, o primeiro milagre que Jesus realizou foi exatamente durante a cerimônia de um casamento.
Que importância tem isso para o Natal?
A palavra “Natal” está ligada à palavra “nascimento.” Assim sendo, cristãos e não-cristãos, mesmo sem saberem, estão celebrando o nascimento de Jesus, no Natal. Na própria Wikipédia, algumas pessoas já se debruçaram para encontrar a origem do Natal, que data do terceiro século d.C. em que a Igreja Cristã então mudou o calendário para comemorar-se o nascimento de Jesus em 25 de dezembro, data em que era celebrado o nascimento do deus sol. Foi muito bom que os cristãos da época resolveram fazer essa mudança para celebrar o nascimento de Jesus, mesmo se sabendo há muito tempo que Jesus não nascera neste dia. Não importa. O que vale é o objetivo de todos se confraternizarem neste dia.
Entretanto, não devemos nos esquecer de dar graças a Deus pelo aniversário do Jesus Cristo humano, pois o Cristo espiritual é desde a eternidade, conforme descreve o Evangelho de João capítulo 1: “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus.”
Proponha-se, neste Natal, a lembrar-se do Aniversariante, apoiando e orando pelas famílias e assumindo a atitude de combater todos os ataques das trevas que querem eliminar as genealogias e a família natural.
Uma longa genealogia de famílias naturais foi necessária para trazer o nascimento de Jesus. Que o Aniversário dEle nos ajude a lembrar que a família é parte central de Seu plano de trazer esperança e redenção a este mundo.
Com a colaboração de Julio Severo.
A HISTÓRIA DE JESUS CRISTO E DA FAMÍLIA DELE:

Fonte: http://www.youtube.com/user/euriano/videos

MAIS INFORMAÇÕES: http://verdadesementirasnessemundo.blogspot.com/2013/05/divorcio-nos-matrimonios-cristaos-pode.html / http://verdadesementirasnessemundo.blogspot.com/2013/09/resposta-ao-fantastico-vai-fazer-o-que.html

SEM A FAMÍLIA NATURAL, JESUS CRISTO NÃO TERIA NASCIDO E MUITO MENOS A HUMANIDADE TERIA EXISTIDO.
DEUS PROTEJA A FAMÍLIA NATURAL E SHALOM!

JESUS CRISTO ERA PALESTINO?

Se Jesus Cristo era "palestino", por que ele foi chamado o Rei dos Judeus?
Julio Severo
Numa mensagem de Natal, o presidente palestino Mahmoud Abbas se referiu a Jesus como um mensageiro “palestino” de esperança.
Mahmoud Abbas: Jesus era palestino
Quase nenhum especialista acadêmico coloca em dúvida que Jesus era judeu. Mas as autoridades palestinas estão defendendo uma nacionalidade palestina para Jesus como forma de promover sua causa palestina.
A declaração de Abbas parece ser parte de uma campanha para alcançar a opinião pública mundial e ligar a cultura cristã aos objetivos políticos palestinos.
Abbas também declarou que Jesus foi um “mensageiro palestino que se tornaria luz e direção para milhões.”
A maioria dos palestinos, inclusive Abbas, é islâmica, mas tanto ele como seu antecessor, o terrorista muçulmano Yasser Arafat, acreditavam que engajar os cristãos ajudaria a avançar a causa palestina muçulmana. Um importante cristão palestino engajado nessa estratégia é Bishara Awad, diretor do Colégio Bíblico de Belém, que esteve no Brasil meses atrás.
Belém, a cidade judaica que tradicionalmente é a cidade natal de Jesus e do rei Davi, está hoje sob a ocupação de palestinos.
Com informações da Associated Press.
A PROVA QUE JESUS CRISTO ERA JUDEU: http://israelemportugues.blogspot.com/2011/04/jesus-cristo-era-judeu.html

JESUS CRISTO ERA JUDEU E VAI SER O REI DOS JUDEUS EM ISRAEL!
SHALOM!

sábado, 5 de janeiro de 2013

TENHA CORAGEM: No Ano Passado Você Falhou, Mas Neste Ano, Deus te Dará a Vitória!


Por David Wilkerson
19 de dezembro de 2005
__________
Essa é uma mensagem para todos os que estejam vivendo embaixo de um peso de desencorajamento. Você olha para a sua vida e se deprime com as expectativas que falharam. Você sente que não realizou muito na vida, e à medida que o tempo se esvái vê que muitas promessas não foram cumpridas. Durante anos você orou e orou, mas as coisas que acredita Deus ter lhe falado não se realizaram. Outros que lhe cercam parecem ter tudo, desfrutando do cumprimento de muitas promessas - mas você carrega uma sensação de fracasso. Olhando ao passado, você se lembra de todos os momentos difíceis. Você conheceu rejeição, sensação de total incapacidade e de fraqueza. Você amou tanto o Senhor, entregando corpo e alma para agradá-Lo, fazendo tudo que sabia. Mesmo assim, finalmente chegou um momento quando se convenceu: "Trabalhei em vão; me esforcei por nada. Foi tudo futilidade". E agora uma coisa irritante entra na cabeça, e cochicha, "Você errou o alvo; não chegou nem perto. A sua vida é prova de que não fez diferença alguma no mundo".
Se você está passando por essa sensação de fracasso, então está em boa companhia. Em verdade, está entre gigantes espirituais.


Muitos Grandes Servos de Deus ao Longo da História
Acharam Ter Falhado em Seu Chamado


O profeta Elias olhou sua vida e gemeu: "Senhor, leve-me. Não sou melhor do que os meus pais, e todos eles falharam contigo. Por favor, tire a minha vida. Tudo foi em vão" (parafraseado).
E o rei Davi? Ele ficou tão desanimado quanto àquilo que achava ser unção desperdiçada em sua vida, que queria bater asas como um pássaro em direção a um lugar isolado. "Quem me dera asas como de pomba! Eis que fugiria para longe e ficaria no deserto" (Salmo 55:6-7).
Até mesmo o grande apóstolo Paulo tremeu de medo ao pensar ter vivido uma vida como obreiro inútil, "Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco" (Gálatas 4:11).

João Calvino, um dos pais da Reforma, teve a mesma terrível experiência. Na hora da morte disse, "Tudo que eu fiz não teve valor algum...os ímpios alegremente atacarão essa palavra. Mas repito tudo de novo: tudo que fiz não teve valor algum".
São Bernardo também suportou esse terrível desânimo. Em seus últimos dias ele escreve, "Falhei em meus propósitos...As minhas palavras e meus escritos foram um fracasso".
David Livingstone foi um dos missionários mais usados no mundo - seus feitos reconhecidos até mesmo pelo mundo secular. Livingstone abriu o continente africano para o evangelho, plantando muitas sementes e sendo usado por Deus para despertar a Inglaterra às missões. Deu corpo e alma, seguindo uma vida sacrificial para Cristo.
No entanto, durante o vigésimo terceiro ano no campo missionário, Livingstone expressou as mesmas dúvidas terríveis destes outros grandes servos. Ele também achou que seu ministério todo teria sido em vão. O seu biógrafo o cita em seu desânimo: "Tudo que eu fiz apenas serviu para que se abrisse o comércio de escravos africanos. As sociedades missionárias não mostram fruto após vinte e três anos de trabalho. Todo o trabalho parece ter sido em vão...eu trabalhei em vão".
Um dos grandes missionários que impactaram a minha vida foi George Bowen. A sua vida foi um exemplo poderoso, e seu livro, "Love Revealed" (amor revelado), é um dos maiores livros que já li sobre Cristo. Solteiro, Bowen se afastou da riqueza e da fama para ser missionário em Bombaim, na Índia, no meio do século 19. Quando viu os missionários lá vivendo bem acima do nível das pessoas às quais ministravam, Bowen deixou o sustento da missão e escolheu viver em meio às mais pobres delas. Se vestia como os indianos, e abraçou a pobreza, vivendo numa habitação humilde, e subsistindo às vezes só com pão e água. Ele pregava nas ruas sob calor sufocante, distribuindo literatura do evangelho e chorando pelos perdidos.
Esse homem tremendamente consagrado havia ido à Índia com altas esperanças pelo ministério do evangelho. E havia dado tudo que tinha com essa finalidade, o seu coração, a mente, corpo e espírito. Mesmo assim, em seus mais de quarenta anos de ministério na Índia, Bowen não teve nenhum convertido. Foi só após a sua morte que as missões descobriram que ele era um dos mais amados missionários do país. Até mesmo os adoradores de ídolos viam Bowen como exemplo do que é um cristão.
Hoje, a vida humilde de Bowen e suas palavras de poder ainda incendeiam a minha alma, e a alma de outros pelo mundo. Contudo tal como muitos antes dele, Bowen suportou uma terrível sensação de fracasso. Ele escreve: "Sou o ser mais inútil da igreja. Deus me fere e esmaga com desapontamentos. Ele me edifica, e então permite que eu caia de novo ao nada. Eu gostaria da companhia de Jó, e simpatizo com Elias. Todo o meu trabalho é em vão".
Alguns leitores podem dizer, "Os grandes homens de Deus não deveriam usar uma linguagem dessas. Eles não deveriam nem ter esse tipo de sentimentos. Isso soa como medo e incredulidade". No entanto essa é a linguagem de muitos gigantes da fé, grandes homens e mulheres que consideramos exemplos fiéis. Todos eles tiveram o mesmo horrível sentimento de que "Não consegui chegar àquilo que Deus me chamou. Eu fracassei". Conheço o terrível som dessa linguagem em meu próprio coração.

Você Ficaria Chocado Se Soubesse
que Jesus Experimentou Essa Mesma Sensação
de Ter Realizado Pouco?


Em Isaías 49:4 lemos essas palavras: "Eu mesmo disse: debalde tenho trabalhado, inútil e vãmente gastei as minhas forças...". Note que essas não são palavras de Isaías, que foi chamado por Deus em idade matura. Não, elas são palavras do próprio Cristo, proferidas por Alguém que diz "O Senhor me chamou desde o meu nascimento, desde o ventre de minha mãe...o Senhor, que me formou desde o ventre para ser seu servo, para que torne a trazer Jacó e para reunir Israel a ele" (49:1,5).
Quando cheguei à essa passagem, a qual eu já havia lido muitas vezes antes, o meu coração se maravilhou. Eu mal podia acreditar no que estava lendo. As palavras de Jesus aqui quanto a "trabalho inútil" foi uma resposta ao Pai, que havia acabado de declarar "Tu és o meu servo... por quem hei de ser glorificado" (49:3). Lemos as surpreendentes palavras de Jesus respondendo no verso seguinte: "Debalde tenho trabalhado, inútil e vãmente gastei as minhas forças" (49:4).
Após ler isso, me levantei em meu escritório e disse, "Que maravilha! Mal posso acreditar que Jesus fosse tão vulnerável, confessando ao Pai que estava experimentando aquilo que nós humanos enfrentamos. Em Sua humanidade, experimentou o mesmo desencorajamento, o mesmo desânimo, as mesmas feridas. Ele estava tendo os mesmos pensamentos que já tive em relação à minha própria vida: 'Não é isso que eu entendi estava me sendo prometido. Desperdicei o meu esforço. Foi tudo em vão"'.
Ler aquelas palavras fizeram com que eu amasse Jesus ainda mais. Me conscientizei de que Hebreus 4:15 não é só um cliché: o nosso Salvador verdadeiramente é tocado pelo que sentimos em nossas enfermidades, e foi tentado em todas as maneiras como nós somos - contudo sem pecar. Ele conheceu essa mesma tentação de Satanás, e ouviu a mesma voz acusadora: "Você não cumpriu a missão. A tua vida é um fracasso. Você não tem o quê apresentar como resultado do trabalho".
Qual foi exatamente a missão de Cristo? Segundo Isaías, foi trazer Israel de volta para Deus, tirar as tribos de Jacó da corrupção e da idolatria: tornar "a trazer os remanescentes ("os guardados") de Israel" (49:6). O historiador Josephus fala sobre a situação de Israel nos dias de Jesus: "A nação judaica havia se tornado tão má e corrupta no tempo de Cristo, que se os romanos não a houvesse destruído, Deus teria feito cair fogo dos céus, como no passado, para os consumir". Em resumo, Cristo foi enviado como judeu entre os judeus, para livrar o povo de Deus do poder do pecado, e libertar todos os cativos.
Jesus testifica, "(O Senhor) fez-me como uma flecha polida, e me guardou na sua aljava" (49:2). O Pai O havia preparado desde a fundação do mundo. E o mandado dado a Cristo foi claro: "Fez a minha boca como uma espada aguda" (49:2). Jesus deveria pregar uma palavra como espada de dois gumes para penetrar no mais duro dos corações.
Então Cristo veio ao mundo para cumprir a vontade de Deus e promover reavivamento em Israel. E fez exatamente como lhe foi ordenado, sem proferir sequer uma palavra e sem realizar um único ato senão o que Lhe foi orientado pelo Pai. Jesus ficou exatamente no centro da vontade de Deus, recebendo autoridade total e a mais poderosa das mensagens. Mas Israel O rejeitou: "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (João 1:11).
Pense nisso: Jesus pregou à uma geração que viu milagres incríveis - olhos cegos se abrindo, surdos ouvindo, os aleijados podendo andar. Contudo os milagres de Cristo foram repudiados ou minimizados, e Suas palavras ignoradas, incapazes de penetrar o coração endurecido das pessoas. Em verdade, a pregação dEle só enfureceu as seitas religiosas. Os próprios seguidores decidiram que a Sua palavra era dura demais e se afastaram dEle (v. João 6:66). No fim, até os discípulos mais chegados, os doze escolhidos, O abandonaram. E a nação que Jesus veio para levar de volta ao Pai gritava: "Crucifica-O".
Diante de qualquer olhar humano, Cristo falhou totalmente em Sua missão. O encontramos perto do fim do Seu ministério, junto a Jerusalém, lamentando a rejeição de Israel, chorando pelo Seu aparente fracasso em reuni-los, e com esperanças aparentemente frustradas. "Jerusalém, Jerusalém...Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta" (Mateus 23:37-38).
Imagine a dor que Cristo deve ter sentido ao proferir tais palavras. Posso apenas especular, mas creio que esse foi o momento quando Jesus se lamentou, "Trabalhei em vão". Imagino Satanás cochichando a Ele nesse momento, "Essa é a casa que fostes chamado a salvar, e a deixastes desolada e deserta".
Por um curto período, o Pai permitiu que Cristo experimentasse esse desespero humano da sensação de fracasso na vida: "Me entreguei inteiro, dei a minha força, o meu trabalho, a minha obediência. O quê mais eu poderia fazer para salvar esse povo? Todo o meu trabalho foi em vão". Ele sentiu o quê todo grande guerreiro de Deus ao longo das eras já experimentou: a tentação de se acusar de fracasso, quando um mandado claro de Deus parece não ter sido cumprido.

Por Que Jesus, ou Qualquer Homem ou Mulher de Deus
Haveria de Dizer Essas Palavras em Desespero:
"Eu Trabalhei em Vão" ?


Como poderia o próprio Filho de Deus fazer uma declaração destas? E por que gerações de crentes fiéis têm sido reduzidas à palavras tão enganosas? É tudo resultado de se comparar resultados pequenos com altas expectativas.
Pode-se pensar: "Esta mensagem parece que se aplica só a ministros, ou àqueles chamados para realizar uma grande obra para Deus. Percebo que ela é dirigida a missionários ou a profetas da Bíblia. Mas o que ela tem a ver comigo?".
A verdade é que todos nós somos chamados a um grande propósito em comum, e a um ministério: ou seja, sermos como Jesus. Somos chamados a crescer em Sua semelhança, a sermos transformados em Sua imagem. Você simplesmente não pode ser um cristão a menos que esse seja o seu chamado, esse seja o seu único alvo na vida: "Quero me tornar mais e mais como Cristo. Quero ser liberto de todo egoísmo, de toda ambição humana, de toda inveja, impaciência, ira, e da atitude de pensar mal dos outros. Quero ser tudo aquilo que Paulo diz que eu devo ser - para andar em fé e em amor. Senhor, o meu coração anseia ser como Tu".
Que expectativas elevadas! E você tem todas as promessas de Deus para lhe sustentar. Você segura nas mãos a espada de dois gumes, e seu coração se propõe a ser como Jesus. Então você começa a agir para se tornar como Ele.
Em pouco tempo, algumas mudanças maravilhosas começam a acontecer. Você fica mais paciente. Cada reação carnal que surge dentro de si, você rejeita, dizendo: "Isso não é ser igual a Jesus". A sua família, amigos, vizinhos e companheiros de trabalho percebem que você se torna melhor. Toda noite, você pode curtir a vitória daquele dia, e se parabeniza dizendo: "Consegui! Fui mais bondoso hoje. Hoje foi um dia bom, semelhante a Jesus".
Há alguns meses atrás, escrevi uma mensagem entitulada "Chamados para a semelhança de Cristo". Nela digo que a semelhança com Cristo começa em sermos como Jesus junto àqueles que estão pertos de nós. Verdadeiramente creio nisso. Logo, se você é casado, essa pessoa mais perto é o seu cônjuge. Então me dispus a me tornar o esposo mais semelhante a Cristo que um homem pode ser. E trabalhei nisso, me esforçando para ser mais paciente, compreensivo e atencioso.
Na primeira semana, batalhei para rejeitar toda e qualquer irritação. Fiquei o tempo todo recordando: "Jesus não iria fazer isso. Ele não iria dizer o quê quero dizer. Então não vou dizer. Vou ser como Ele".
No fim da semana, perguntei à minha esposa Gwen, "Você tem visto mais de Jesus em mim?". Ela respondeu, "Sim, eu vejo". Fiquei encorajado. Eu pensei, "É isso aí. Finalmente, após todos estes anos, descobri o quê é preciso fazer para ficar mais como Jesus".
Então a semana ruim chegou. Perdi a minha semelhança com Cristo - pelo jeito a cada movimento. No fim da semana, perguntei a Gwen, "O quê você acha de mim agora?". Ela disse, "Mais parecido com Paulo".
Eu gostaria de dizer que a cada dia, sob todos os aspectos, estou me tornando mais como Jesus. Mas a minha luta humana na carne para ser tal como Cristo simplesmente não funcionou. E o fato é que nunca funcionará. Eu continuo lutando com pensamentos, palavras e sentimentos diferentes dos de Cristo. A minha carne não possui a habilidade de lançar fora a carne. Tal trabalho é feito unicamente pelo Espírito Santo: "Se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis" (Romanos 8:13). Em resumo, render-se à obra do Espírito Santo é a única maneira de se tornar verdadeiramente como Cristo.
É em meio à essa guerra contra a carne que muitas vezes caímos no engano. Somos tentados a pensar que fomos chamados, ungidos, e que aprendemos de mestres piedosos - e assim sendo, por que então continuamos a pensar em coisas da carne. Às vezes sucumbimos diante dos mesmos pensamentos que ressoaram ao longo das eras entre o povo de Deus: "Trabalhei em vão. Desperdicei o meu tempo e a minha força. Jamais vi acontecendo aquilo que Deus me prometeu. Não consegui realizar os planos e atos".

Pergunte a Qualquer Jovem Que Esteja se Afastando de Cristo
Por Que Esfriou com Ele


Se você perguntasse a um jovem ou à uma jovem, "Por que você voltou ao que era antes?", encontrará a mesma mentira demoníaca plantada no coração deles: "Eu fiz o possível. Orei, li a Bíblia. Fui à igreja, e testemunhei para os meus amigos na escola. Me esforcei ao máximo para viver de modo reto. Mas nunca recebi o milagre que eu precisava. As minhas orações não eram respondidas, e não era liberto. Depois de tudo isso, acabei derrotado. Eu não conseguia tirar da minha cabeça a coisa de que não adiantava, que a minha carne não iria mudar nunca. E que era perda de tempo. Eu sentia que tudo que fizera fora em vão".
E os pais e as mães retos, que tão diligentemente oraram pelos filhos que estavam esfriando? Deus lhes deu promessas e eles se agarraram à elas, clamando a Ele em fé. Mas o tempo passou e o filho nunca reagiu. E agora estes consagrados santos suportam a mesma terrível mentira: "Você falhou, trabalhou em vão. Perdeu tempo estes anos todos. Essa luta só serviu para te esgotar. Não adiantou nada".
Muitos que lêem esta mensagem estão desanimados porquê não experimentaram a promessa que Deus lhes fez. Eles não invejam as bênçãos que o Senhor dá aos outros. Eles não se comparam com alguém que pareça estar desfrutando de um milagre. Não, no momento estão olhando para as suas próprias vidas. E estão comparando o que crêem Deus lhes prometeu com o quê parece estar acontecendo nesse momento. Para eles, suas vidas parecem um fracasso absoluto.
Examinando o seu caminhar com toda a honestidade e sinceridade, eles parecem ver pouco progresso. Fizeram tudo que Deus lhes disse para fazer, sem jamais hesitar diante de Sua palavra e mandamentos. Mas o tempo passa, e eles vêem apenas o fracasso. E agora estão aniquilados, com o espírito ferido. Eles pensam, "Senhor, será que tudo foi em vão? Será que ouvi a voz errada? Será que fui enganado? Será que a minha missão terminou em ruínas?".

Há Duas Coisas Que Eu Quero Colocar em Sua Mente
Com Essa Mensagem


Primeiro de tudo, você agora sabe a partir de Isaías 49 que o Senhor conhece a sua batalha. Ele a lutou antes de você. E não é pecado ter pensamentos assim, ou ver-se deslocado com um sentimento de fracasso diante de experiências que lhe despedaçam. Jesus mesmo experimentou isso e era sem pecado.
Segundo, é muito perigoso permitir que essas mentiras do inferno infectem e incendeiem a sua alma. Jesus nos mostrou como sair desse desânimo com a seguinte declaração: "Debalde tenho trabalhado...todavia o meu direito está perante o Senhor, a minha recompensa, perante o meu Deus" (Isaías 49:4). Em hebraico a palavra direito aqui é "veredicto". Cristo está dizendo em verdade, "O veredicto final está com o meu Pai. Somente Ele julga tudo que fiz, e se fui eficiente ou não".
Através dessa passagem Deus está reforçando o seguinte para nós: "Pare de emitir veredictos em relaçao ao teu trabalho para Mim. Não é da sua conta julgar se foi eficiente ou não. Você ainda não sabe o tipo de influência que teve. Você simplesmente não tem a visão para conhecer as bênçãos que lhe estão chegando". Na verdade, não conheceremos muitas destas coisas enquanto não estivermos diante dEle na eternidade.
Em Isaías 49, Jesus ouve o Pai dizendo com todas as letras:
"Sim, Israel ainda não foi reunido. Sim, eu lhe chamei para reunir as tribos, e isso não aconteceu do jeito que o imaginavas. Mas esse chamado é uma coisa pequena comparado com o quê lhe deverá vir. Não se compara com o que tenho preparado. Eu agora vou lhe tornar em luz para o mundo todo. Israel será finalmente reunido; essa promessa será cumprida. Mas tu te tornarás uma luz não apenas para os judeus, mas para os gentios. Tu trarás salvação para o mundo inteiro".
"Israel não se deixou ajuntar; contudo aos olhos do Senhor serei glorificado, e o meu Deus será a minha força. Disse mais: Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó, e tornares a trazer os guardados de Israel; também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra" (Isaías 49:5-6).
Prezado santo, enquanto o Diabo está mentindo, dizendo que tudo que você fez foi em vão, que nunca verá cumpridas as suas expectativas, Deus em Sua glória está preparando uma bênção maior. Ele tem coisas melhores preparadas, acima de qualquer coisa que você possa imaginar ou pedir.
Não devemos mais ouvir as mentiras do inimigo. Pelo contrário, devemos descansar no Espírito Santo, crendo que Ele cumprirá a obra de tornar-nos mais como Cristo. E devemos nos erguer da desesperação e nos sustentar sobre essa palavra: "Sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor" (I Coríntios 15:58).
Chegou a hora da abundância em seus trabalhos. O Senhor está lhe dizendo basicamente: "Esqueça e abandone essa 'idéia de fracasso'. Está na hora de voltar para a obra. Nada foi em vão! Há muita coisa chegando para ti - então pare com esse abatimento e alegre-se. EU não deixei você pra trás. Proverei abundâncias maiores do que você possa imaginar ou pedir!".
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DEUS TE ABENÇOE NESTE ANO E SHALOM!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

JESUS CRISTO: O Verdadeiro Moshiach (ימות המשיח)


Quais evidências existem de que Jesus foi quem ele dizia ser? Como saber que ele não era um impostor? Vamos dar uma olhada em alguns impostores renomados e veremos se esse título se aplica a Jesus ou se há evidências que suportem suas declarações.
Ferdinand Waldo Demara, Jr. foi chamado de o grande impostor. Demara manteve identidades falsas como psicólogo, professor de universidade, chefe de departamento de faculdade, professor de escola e diretor de escola. Ele até mesmo realizou cirurgias como um falso médico.
Alguns dizem que Frank Abagnale foi um impostor ainda maior. Entre seus 16 e 21 anos, Abagnale foi um dos golpistas mais bem sucedidos do mundo. Ele embolsou $2,5 milhões de dólares em cheques sem fundos em todos os 50 estados dos EUA e em 26 países. Ele também conseguiu se passar por um piloto aéreo, um advogado, professor de faculdade e pediatra antes de ser preso pela polícia francesa.
Se esta história lhe parece familiar, provavelmente é por causa do filme Prenda-me se for capaz (Catch Me If You Can) de 2002, no qual Abagnale foi interpretado por Leonardo DiCaprio (que se passou por ator em Titanic).
O que seria necessário para superar a carreira de Abagnale como golpista? Bem, se Jesus Cristo não fosse o Messias que declarou ser, não restaria dúvida. Não estamos falando de golpes aplicados em milhares de pessoas como no caso de Abagnale. Se Jesus Cristo for um impostor, seus golpes iludiram bilhões de pessoas e alteraram o curso de dois mil anos de história.
Então, será que Jesus pode ter sido um falso messias, enganando até mesmo os mais notórios estudiosos da religião? É possível que ele tenha sido criado por seus pais ou mentores ocultos para tornar-se o tão prometido rei que Israel há tanto buscava?
De fato, se Jesus foi um impostor, ele não teria sido a primeira pessoa na história de Israel a ter mentido sobre ser o Messias. Por séculos antes do nascimento de Cristo, e também depois dele, surgiram muitos autoproclamados messias, que se mostraram ser golpistas ou lunáticos.
As antigas profecias hebraicas haviam predito claramente o reino de um futuro rei que traria paz a Israel e seria seu Salvador. Um senso de expectativa espalhou-se por todo o território e cativou as esperanças e aspirações dos judeus. Em uma atmosfera como Israel, poderia ser que alguém menos qualificado poderia ter sido moldado, ou moldou a se mesmo, para ocupar o modelo do Messias? A resposta a esta questão está nas profecias do Velho Testamento que falam sobre o Messias.


Porta-vozes de Deus

De acordo com as Escrituras, o Deus dos Hebreus falou a seu povo através de profetas, homens e mulheres que estavam especialmente alinhados com Deus e que podem ou não ter feito parte da instituição religiosa. Algumas das mensagens dos profetas eram somente para o presente, enquanto outras eram para o futuro. De qualquer maneira, seu papel foi proclamar as declarações e revelações de Deus para o povo.
Em geral, ser um profeta na época estava junto trabalhar em um açougue como as profissões mais perigosas do mundo. Mesmo se dissessem a verdade, os profetas poderiam ser mortos ou jogados na prisão pelas pessoas que não gostavam do que eles estavam dizendo. (Alguns reis odiavam ouvir notícias ruins.) De acordo com relatos histórias, o profeta Isaías foi serrado ao meio.
Consideremos então o dilema do profeta: morte se ele estivesse errado e a possibilidade de morte se ele estivesse certo. Nenhum profeta de verdade queria ofender a Deus tanto quanto nenhum queria ser serrado ao meio. Por isso, a maioria dos profetas esperava até estarem absolutamente convencidos de que Deus lhes havia falado, e mantinham a boca fechada até então. Os reis começaram a estremecer perante suas palavras. As mensagens de um profeta de verdade nunca estavam erradas.
Agora temos a seguinte questão: como a precisão desses profetas bíblicos poderia ser comparada com a dos médiuns atuais?


Profetas versus médiuns?

Para considerarmos se a precisão dos médiuns modernos aproxima-se dos profetas bíblicos, vamos tomar Jean Dixon como estudo de caso. Este médium americano pareceu ter a capacidade especial de prever eventos. Porém após análise sua reputação parece ser indevida.
Por exemplo, Dixon teve uma visão que em 5 de fevereiro de 1962 nasceu uma criança no Oriente Médio que transformaria o mundo no ano 2000. Este homem especial criaria uma religião mundial unificada e traria paz ao mundo para sempre. Ela viu uma cruz se erguer sobre este homem que cobriria toda a Terra. De acordo com Dixon, esta criança seria uma descendente da Rainha do Egito antigo Nefertiti.[1] Onde está este homem? Você o viu por aí? E sobre aquela paz mundial, legal não é mesmo?
De fato, uma pesquisa exaustiva da sua profecia concluiu dois fatos irrefutáveis. Sua taxa de precisão é equivalente aos que adivinham o futuro e suas realizações mais divulgadas eram profecias intencionalmente tão vagas que diversos eventos poderiam ter sido considerados suas realizações. Mesmo as profecias mais amplamente divulgadas de Nostradamus tem se provado erradas mesmo com seus vagos oráculos, que são difíceis de refutar.[2] Por exemplo, esta é uma das profecias de Nostradamus:
“Toma a Deusa da Lua por seu dia e movimento: Uma testemunha errante e fanática das Leis de Deus, no despertar das grandes regiões do mundo para a vontade de Deus (Vontade Dele).”[3]
Isto é dito sobre a morte da Princesa Diana. (Você provavelmente pensou em Margaret Thatcher.) Profecias como estas são tão nebulosas quanto ver imagens nas nuvens. Ainda assim alguns insistem que isto é evidência da realização da profecia de Nostradamus. Altamente suspeito, mas difícil de refutar.
E isto é geralmente o que ocorre nos registros dos médiuns. Quando a “The People’s Almanac” pesquisou as profecias de 25 dos melhores médiuns, 92 por cento das profecias estavam erradas. Os outros 8 por cento eram questionáveis e poderiam ser explicadas pela sorte ou conhecimento geral das circunstâncias.[4] Em outro experimento com os médiuns mais importantes do mundo, sua taxa de precisão esteve por volta dos 11 por cento, o que pode não ser uma média ruim exceto pelo fato de que qualquer pessoa dando palpites aleatórios sobre o futuro obteria o mesmo percentual. Isso não refuta todo e qualquer tipo de profecia, mas com certeza explica o porquê de os médiuns não estarem ganhando na loteria.
A diferença entre médiuns e profetas parece ser mais de tipo do que de grau. Os profetas faziam declarações específicas sobre eventos futuros em relação ao desenvolvimento do plano de Deus e faziam isto com precisão constante. Médiuns são como mercenários, fornecendo visões vagas do futuro a um mercado disposto a pagar por seus serviços. Eles oferecem informações sensacionais, mas com uma precisão incerta.


Profecia religiosa em perspectiva

Profecias podem ser um tanto místicas, metafísicas e por falta de palavra melhor – assustadoras. Ela conjura imagens de sessões espirituais e outros mundos. Em Guerra nas Estrelas há uma profecia do escolhido que traria equilíbrio para a Força. Os filmes do Senhor dos Anéis constroem seus temas imaginários com cenas de enunciados proféticos. Porém tal mundo é somente imaginação.
Com relação ao mundo real, é dito que se uma pessoa soubesse somente um minuto do futuro ela poderia dominar o mundo. Pense nisso. Um minuto de conhecimento de cada mão do Trump Casino. Você se tornaria a pessoa mais rica do mundo e o Donald Trump se tornaria um carteiro.
Mas no mundo da religião, a profecia serve uma importante função. Ela torna-se a maneira certa de saber se Deus está falando através de alguém ou não, pois somente um Deus onisciente poderia saber constantemente o futuro. E neste ponto as profecias do Velho Testamento são únicas, pois a maioria dos livros sagrados renomados de outras religiões não possuem profecias. Por exemplo, enquanto o Livro de Mórmon e o Hindu Veda declaram ter inspiração divina, não existem maneiras de comprovar suas declarações, simplesmente nos dão um “É, isso parece mesmo com algo que Deus diria”.
O estudioso da bíblia Wilbur Smith comparou as profecias da Bíblia com outros livros históricos, dizendo que a Bíblia “é o único volume produzido pelo homem, ou grupo de homens, no qual encontramos grandes obras proféticas relacionadas a nações específicas, a Israel, a todas as pessoas da Terra, a certas cidades e à vinda do que será o Messias”.[5] Desta maneira, a Bíblia provê duas declarações de inspiração de uma maneira que pode ser confirmada ou refutada.
E se colocarmos a graduação de precisão sob a perspectiva do cotidiano, vemos como é surpreendente. Por exemplo, seria milagroso se em 1910 você profetizasse que um homem chamado George Bush seria eleito em 2000. Mas imagine se alguns desses detalhes fossem incluídos nas suas previsões:
  • O candidato com a maioria dos votos perderia a eleição.
  • Todas as grandes redes de TV anunciariam o ganhador e depois se contradiriam.
  • Um estado (Flórida) decidiria a eleição.
  • A Suprema Corte dos EUA denominaria o vencedor no fim das contas.
Caso isso tivesse ocorrido, igrejas e estátuas seriam erguidas em seu nome. Isso não ocorreu, por isso essas igrejas e estátuas não existem. Tão difícil (ou impossível) quanto teria sido predizer em 1910 corretamente essa sequência de eventos, a probabilidade é incrivelmente menor para Jesus, ou para qualquer pessoa, ter cumprido todas as profecias hebraicas sobre o Messias. Contidas no Velho Testamento, escritas séculos antes do nascimento de Jesus, estão 61 profecias específicas e quase 300 referências sobre o Messias.[6]
De acordo com o requisito hebreu de que uma profecia deve ter uma taxa de precisão de 100 por cento, o verdadeiro Messias de Israel deve cumprir todas ou então ele não é o Messias. Assim, a questão que apoia Jesus ou o torna culpado de um dos maiores golpes do mundo é: ele era adequado e cumpriu essas profecias do Velho Testamento?


Quais são as probabilidade?

Vejamos duas profecias específicas sobre o Messias no Velho Testamento.
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá. De ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos.” (Miquéias 5:2, NLT)
“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá. E dará à luz um filho. E chamará o seu nome Emanuel-”Deus é conosco”. (Isaías 7:14, NLT)
Agora, antes de considerar as outras 59 profecias, devemos parar e nos perguntar quantas pessoas na categoria de potenciais Messias ao longo da história nasceram de uma virgem na cidade de Belém. “Hm, vejamos, tem esse meu vizinho Jorge, mas… ah não, não, ele nasceu no Brooklyn.” No caso de 61 profecias detalhadas sendo cumpridas por uma única pessoa, estamos falando de probabilidade zero.
Quando os cientistas forenses descobrem uma combinação de perfil de DNA, as chances de ser uma pessoa errada é geralmente uma em vários bilhões (algo que os desviados devem ter em mente). Parece que estamos com uma probabilidade parecida e também numero de zeros, se considerarmos que um único indivíduo cumpre todas essas profecias.
O professor de matemática Peter Stoner deu a 600 um problema de probabilidade matemática que determinaria a probabilidade de uma pessoa cumprir oito profecias específicas. (Isto não é o mesmo que jogar uma moeda oito vezes seguidas e obter cara todas as vezes.) Primeiramente os estudantes calcularam a probabilidade de uma pessoa cumprir todas as condições de uma profecia específica, como ser traído por um amigo por 30 peças de prata. Em seguida os estudantes fizeram o melhor para estimar a probabilidade para todas as oito profecias combinadas.
Os estudantes calcularam que a probabilidade de uma pessoa cumprir todas as oito profecias é um astronômico um em dez à vigésima primeira potência (1021). Para ilustrar este número, Stoner nos deu o seguinte exemplo: “Primeiramente, cubra toda a massa terrestre da Terra com moedas de dólares até a altura de 120 pés. Segundo, marque especificamente um desses dólares e enterre-o aleatoriamente. Em terceiro lugar, peça a uma pessoa para viajar pela Terra e selecionar o dólar marcado, estando vendada, dentre os trilhões de outros dólares”.[7]



As pessoas podem fazer coisas bem estranhas com os números (especialmente com um sobrenome desses [NT: Stoner também significa "chapado" em inglês]), então é importante notar que o trabalho de Stoner foi revisado pela Associação Científica Americana, que declarou que “A análise matemática… baseia-se nos princípios da probabilidade que são perfeitamente seguros e o Professor Stoner aplicou esses princípios de maneira apropriada e convincente”.[8]
Com isto como introdução, vamos adicionar mais seis previsões às duas que já consideramos, chegando ao total de oito do Professor Stoner:
Profecia: O Messias seria da linhagem do Rei Davi.Jeremias 23:5600 a.c. Realização:“Jesus …o filho de Davi…”Lucas 3:23, 314 a.c.
Profecia:O Messias seria traído por 30 peças de prata.Zacarias 11:13487 a.c. Realização: “E eles lhe pesaram trinta moedas de prata.”Mateus 26:1530 d.c.
Profecia: O Messias teria suas mãos e pés perfurados.Salmos 22:161000 a.c. Realização: “E, quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.”Lucas 23:3330 d.c.
Profecia: As pessoas lançariam a sorte pelas roupas do Messias.Salmos 22:181000 a.c. Realização:“Tendo, pois, os soldados crucificado a Jesus, tomaram as suas vestes, e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e também a túnica. A túnica, porém, tecida toda de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será.”João 19:23-2430 d.c.
Profecia:O Messias apareceria montado em um jumento.Zacarias 9:9500 a.c. Realização: “Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima.”Mateus 21:730 d.c.
Profecia: Uma mensagem seria enviada para anunciar o Messias.Malaquias 3:1500 a.c. Realização: “João respondeu-lhes, dizendo: Eu batizo com água; mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis.”João 1:2627 d.c.
As oito profecias que revisamos sobre o Messias foram escritas por homens de diferentes tempos e locais entre 500 e 1000 anos antes do nascimento de Jesus. Não houve possibilidade de conluio entre eles. Observe também a especificidade. Este não é o tipo de previsão de Nostradamus como “Quando a lua tornar-se verde, a fava ficará oculta na beira da estrada”.


Fora do seu controle

Imagine ganhar na loteria com apenas um tíquete entre dezenas de milhares de tíquetes vendidos. Agora imagine ganhar uma centena de loterias seguidas dessa maneira. O que as pessoas pensariam?  Correto, “Isso foi fraude!”
E ao longo dos anos declarações semelhantes foram feitas pelos céticos sobre as realizações de Jesus sobre as profecias do Velho Testamento. Eles consideram que Jesus cumpriu profecias messiânicas, mas o acusam de viver de maneira a cumpri-las intencionalmente. Uma objeção razoável, mas não tão plausível quanto parece.
Considere a natureza de somente quatro das profecias messiânicas:
  • Sua linhagem viria de Davi (Jeremias 23:5).
  • Seu nascimento ocorreria em Belém (Miqueias 5:2).
  • Ele imigraria ao Egito (Oseias 11:1).
  • Ele viveria em Nazaré (Isaías 11:1).[9]
Agora, o que Jesus poderia ter feito para cumprir essas profecias? Nem ele nem seus pais tinham qualquer controle sobre seus ancestrais. Seu nascimento em Belém foi o resultado de um censo mandado por César Augusto. A mudança de seus pais para o Egito foi causada pela perseguição do Rei Herodes. E, após a morte de Herodes, os pais de Jesus decidiram naturalmente acomodar-se em Nazaré.
Mesmo se quando jovem um Jesus impostor tivesse olhado as profecias que tinha acidentalmente cumprido e decidisse continuar para ver se poderia realizar o resto (como alguém decidindo “acertar a lua” em um jogo de copas) as chances já estariam impossíveis contra ele. Considere alguns fatores das profecias que já observamos: o Messias seria traído por 30 peças de prata, ele seria morto por crucificação e as pessoas tirariam a sorte por suas roupas. Essas profecias se cumpriram para Jesus, mas que controle ele teria sobre a realização de qualquer uma delas?
Os estudiosos da Bíblia dizem que quase 300 referências a 61 profecias específicas sobre o Messias foram cumpridas por Jesus Cristo. As chances de uma única pessoa cumprir esse número de profecias estariam além de qualquer possibilidade matemática. Nunca poderia ocorrer, independente do tempo transcorrido. Uma das estimativas dos matemáticos dessa probabilidade impossível é “uma chance em um trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão, trilhão.”[10]
Bertrand Russell, ateu ferrenho, foi perguntado em uma entrevista da revista Look qual evidência seria necessária para que ele acreditasse em Deus. Russell respondeu, “Bem, se eu ouvisse sua voz dos céus e ele profetizasse uma série de coisas que viessem a acontecer, acho que eu teria que acreditar em algo sobrenatural”.
O estudioso da Bíblia Norman Geisler respondeu ao ceticismo de Russell: “Eu diria, Senhor Russell, que houve uma voz dos céus que profetizou muitas coisas e que as vimos inegavelmente cumprir-se”.[11] Geisler referia-se ao fato de que somente um ser transcendental fora do tempo poderia predizer com precisão os eventos futuros.

Prova em um frasco

Já vimos as evidências do cumprimento por Jesus das profecias messiânicas por todos os ângulos exceto um. E se os escribas cristãos que copiaram os manuscritos de Isaías e outros dos livros proféticos do Velho Testamento os tivessem alterado para corresponder à vida de Jesus?
Essa é uma pergunta que muitos estudiosos e céticos fizeram. E parece possível, mesmo plausível, num primeiro momento. Isto evitaria pensar em Jesus como um impostor mentiroso, o que parece muito improvável, e explicaria a precisão impressionante do cumprimento de suas profecias. Então, como saber se os livros proféticos do Velho Testamento, como Isaías, Daniel e Miqueias foram escritos séculos antes de Cristo, como suposto? E mesmo se tiverem sido, como saber se os cristãos não alteraram os textos depois?
Por 1900 anos, muitos céticos seguraram-se a este teoria, baseada na impossibilidade humana de predizer eventos futuros com precisão. Mas ocorreu algo que arruinou todo o entusiasmo de tal conspiração clandestina. Algo chamado os Manuscritos do Mar Morto.
Meio século atrás, a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto concedeu aos estudiosos da Bíblia cópias de livros do Velho Testamento muito mais antigos do que quaisquer outros existentes. Testes extensivos provaram que muitas dessas cópias foram feitas antes mesmo do nascimento de Jesus Cristo. E eles são praticamente idênticos aos textos da Bíblia que usamos.
Por isso, mesmo estudiosos que negavam que Jesus era o Messias aceitam esses manuscritos do Velho Testamento como sendo anteriores ao seu nascimento, e por isso concordam que as profecias sobre o Messias neles contidos não foram alteradas para combinar com Jesus.
Se essas profecias foram cumpridas tão precisamente ao longo da vida de Jesus, parece lógico pensar por que todo mundo em Israel não pode perceber isto. Mas, como comprovado por sua crucificação, nem todos puderam enxergar isto. Como disse o apóstolo João de Jesus, “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”. (João 1:11, NLT). Por quê?



Considerando a bélica história de Israel, não é difícil ler na definição de Messias a ideia de um lutador pela liberdade política. É compreensível como um judeu do século pensaria “como pode o Messias ter vindo se Israel ainda está oprimido pela ocupação Romana?”
Embora Jesus tenha cumprido as profecias messiânicas, ele o fez por maneiras que ninguém esperava. Ele buscou uma revolução moral e espiritual, não uma revolução política, atingindo seus objetivos através do sacrifício próprio e serviço humilde, cura e ensinamentos. Enquanto isso, Israel estava procurando outro Moisés ou Josué que os lideraria em uma conquista para recuperar o reino perdido.
Com certeza, muitos judeus da época de Jesus o reconheceram como o Messias; toda a fundação da igreja cristã era judia. A maioria, contudo, não reconheceu. E não é difícil entender o porque.
Para entender melhor a compreensão equivocada dos judeus do século um, considere esta profecia messiânica escrita 700 anos antes do nascimento de Jesus pelo profeta Isaías. Ela se referia a Jesus?
“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas. Cada um se desviava pelo seu caminho. Mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”
“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca. Como um cordeiro foi levado ao matadouro. E como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado. E quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte. Ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.”
“Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar. Quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias. … Com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniquidades deles levará sobre si.” (Partes de Isaías 53:6-11, NLT)
Quando Jesus morreu na cruz, alguns com certeza se perguntaram: “Como esse pode ser o Messias?” Ao mesmo tempo, outros estavam pensando “Quem mais se não Jesus seria a pessoa de quem falava Isaías?”


Impostor impossível

Assim, o que concluímos de Jesus ter cumprido tantas profecias escritas centenas de anos antes de seu nascimento? Leonardo DiCaprio… Quer dizer, Frank Abagnale pode ter sido um bom impostor, mas mesmo ele foi pego quando já tinha idade suficiente para beber cerveja.
Jesus não parece ser um Frank Abagnale mais competente. Ele faz parte totalmente de outra categoria. Nenhum impostor poderia vencer tal probabilidade como a apresentada pelas profecias hebraicas.
E o que isso significa? Surgem duas conclusões: Primeira: somente um ser transcendental poderia orquestrar tais eventos. E segunda: isto torna todas as outras declarações de Jesus críveis e dignas de séria consideração.
No Evangelho de João, Jesus declarou: “Eu sou a verdade, o caminho e a vida”. Evidências avassaladoras parecem indicar que a assinatura neste cheque não é falsa.

Fonte e mais informacoes: http://y-jesus.org/portuguese/
Mais Sobre Jesus Cristo: http://israelemportugues.blogspot.com/search?q=Jesus+Cristo

Que os Judeus possam aceitar o Verdadeiro Moshiach, JESUS CRISTO.
SHALOM!