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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A Mídia e o Satanismo Judaico

Fonte: http://www.youtube.com/user/SpiritTvOnlineMusica

A cabala não é Judaismo, mas satanismo! Shalom!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O Mundo, Deus e Israel

O mundo se opõe contra Israel, mas Deus protegerá Israel.
O mundo se mobiliza contra Israel, mas Deus salvará Israel.
O mundo sempre está contra Israel, mas Deus sempre está à favor de Israel.
Shalom!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Verdades Sobre a Escravidão

Fonte: http://www.youtube.com/user/guerrova

A Bíblia diz que “homem tem dominado homem para seu prejuízo”. (Eclesiastes 8,9) Nada reflete melhor essa realidade do que as formas opressivas de escravidão que têm sido criadas pelo homem. Jeová Deus não é indiferente ao sofrimento infligido pela escravidão.
Veja por exemplo uma situação que envolvia os israelitas. A Bíblia diz que os egípcios “amarguravam-lhes a vida com dura escravidão, em argamassa argilosa e em tijolos, e com toda forma de escravidão no campo, sim, com toda sua forma de escravidão em que os usavam como escravos sob tirania”. Os israelitas “continuaram a suspirar por causa da escravidão e a clamar em queixa, e seu clamor por ajuda, por causa da escravidão, ascendia ao verdadeiro Deus”. Era Deus indiferente ao sofrimento deles? Muito pelo contrário, “Deus ouviu seu gemido e Deus lembrou-se do seu pacto com Abraão, Isaque e Jacó”. Deus disse ao seu povo: “Certamente vos farei sair de debaixo dos fardos dos egípcios e vos livrarei da sua escravidão.” — Êxodo 1,14; 2,23-24; 6,6-8.
É claro que Deus não aprovava o ‘domínio do homem pelo homem’ mediante formas abusivas de escravidão. Mas não é verdade que mais tarde ele permitiu a escravidão entre seu povo? Sim, é verdade. Porém esse regime em Israel era bem diferente das formas tirânicas de escravidão que têm existido no decorrer da História.
A Lei de Deus declarava que seqüestrar e vender um ser humano era uma infração punível com a morte. Além disso, Deus forneceu diretrizes para proteger os escravos. Por exemplo, se o amo aleijasse um escravo, este tinha de ser libertado. Se um escravo morresse em decorrência de espancamento por parte do amo, este podia ser punido com a morte. As mulheres cativas podiam tornar-se escravas, ou ser tomadas como esposas. Mas jamais usadas para mera gratificação sexual. A essência da Lei deve ter feito com que israelitas de inclinação justa tratassem os escravos com respeito e bondade, como se fossem trabalhadores contratados. — Êxodo 20,10; 21,12.16.26.27; Levítico 22,10-11; Deuteronômio 21,10-14.
Alguns judeus se tornavam escravos voluntários de seus patrícios a fim de saldar dívidas. Essa prática protegia o povo da fome e permitia que muitos saíssem da miséria. Também, a intervalos específicos do calendário judaico, os escravos deviam ser libertados, se eles assim o desejassem. (Êxodo 21,2; Levítico 25,10; Deuteronômio 15,12) Comentando sobre essas leis relativas a escravos, o erudito judeu Moses Mielziner disse que

“um escravo jamais deixava de ser humano, ele era encarado como pessoa, com direitos naturais inalienáveis, que até mesmo o amo tinha de respeitar”.

Que contraste com os sistemas abusivos de escravidão que mancham os anais da História!
Fonte: http://ligadajusticaelite.blogspot.com/

Como Jesus Cristo nos garantiu: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." Shalom!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Atentado Contra a Liberdade, a Moralidade e a Atleta Judia

Judia ortodoxa, Naama Shafir pediu para jogar com blusa por baixo do uniforme, mas teve a solicitação negada pela organização do campeonato


Uma das principais jogadoras da seleção de Israel, Naama Shafir, pode ficar fora do Europeu de basquete por não chegar a um acordo com a FIBA sobre seu uniforme na competição. Judia ortodoxa, a pivô, que atua no basquete universitário dos EUA, pediu para usar uma camisa por baixo da roupa de sua seleção, como faz no seu time. O pedido, no entanto, não foi atendido. De acordo com o regulamento, todas as jogadoras devem usar o mesmo uniforme. Naama, no entanto, quer seguir as orientações de sua religião, que diz que as mulheres devem cobrir os ombros em público. Os organizadores do campeonato, que será realizado na Polônia, neste mês, disseram que a jogadora não poderá usar a camisa durante o campeonato. Nesta quinta, Naama afirmou que, então, não vai participar da competição. A federação israelense chegou a apelar da decisão, mas não foi atendida.
Fontes: http://globoesporte.globo.com/ / http://ismaelmoura.blogspot.com/

Minha observação: Todos podem ser imorais, mas ninguém pode ter moral.Ninguém é obrigado seguir uma religião, mas todos são obrigados à negarem a sua fé. É assim que funciona a liberdade neste mundo, como uma opressão. Pense nisso!

Deus abençoe todos e Shalom!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Atentados a Israel: os Terroristas Querem a Terra Sem a Paz; Não Terão Nem a Paz Nem a Terra

Sim, vou escrever, sim, sobre os atentados terroristas contra Israel, que deixaram oito mortos. Os fatos são lamentáveis em si. Diante do terror, não tergiverso, pisco ou condescendo: é essencialmente imoral trocar, como sugerem alguns, terra por paz. Não! A paz vem primeiro. Até que forças palestinas não ponham fim ao terrorismo, negociar o quê? Terror não é política, a não ser na cabeça perturbada de alguns delinqüentes.
Há ainda algumas dúvidas sobre os detalhes da operação, mas tudo indica que os terroristas partiram de Gaza e chegaram ao Sul de Israel passando pelo Sinai, no Egito. O governo do país nega. Mas, como informa o New York Times, nos últimos dias, o Exército do país tem feito operações no Norte do Sinai para combater radicais, reconhecendo a ausência de autoridade no local.
Israel fez o esperado, o óbvio e o necessário: respondeu com um ataque a bases terroristas em Gaza, matando seis pessoas. Não adianta fazer de conta que a questão não existe: a desconstituição de governos como o do Egito e, agora, da Síria facilita a ação dos extremistas. Sim, as forças políticas dessas países têm as suas próprias demandas internas. Não serei eu a sugerir que tenham como preocupação principal a segurança de Israel, é claro. Mas que ninguém espere dos israelenses um comportamento compreensivo, complacente, agora ou no futuro, com aqueles que facilitares a ação de terroristas.
O Hamas nega qualquer envolvimento com os ataques, coisa na qual ninguém acredita. Dada a moral que lhe é peculiar, apelou à solidariedade internacional… contra a vítima — no caso, Israel. Daqui a pouco tem início a mais famosa das ladainhas sempre que os israelenses respondem a uma agressão: a “reação desproporcional”. Vai ver o proporcional seria o estado israelense praticar um atentado terrorista  contra inocentes palestinos, não é mesmo?
Até quando os terroristas pedirão negociações de paz enquanto matam inocentes? Não sei. Enquanto o fizerem, terão a guerra e a solução decidida por aquele que se fez mais forte na luta, não por intervenção divina.
O governo Obama é composto de amadores, mas pressente ao menos a presença de nitroglicerina. “Os compromissos recentemente assumidos pelo governo egípcio para solucionar a questão da segurança no Sinai são importantes e exigimos que seja encontrada uma solução duradoura”, afirmou Hillary Clinton. É, terá de ser encontrada! Ou Israel encontra, cumprindo aquela que é a sua primeira e mais importante missão: garantir a segurança de seu povo.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Deus vai trazer a paz para Israel com ou sem as autoridades humanas. Shalom!