Pesquisar este blog

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CAMPANHA 2010 CRIANÇAS DE ISRAEL: CRIANÇAS, UM PRESENTE PARA O FUTURO DE ISRAEL

Há dois anos iniciei uma campanha pelas crianças da congregação Tiferet Yeshua. Em todos os projetos do Maoz, nossas participações eram limitadas às nossas condições financeiras, mas nunca deixamos de atender a nenhum desafio de sustento para o nosso ministério em Israel. Sempre fomos atuantes devido ao apoio dado por nossos parceiros.

Sempre desejei fazer algo que pudesse envolver e expor os esforços de nós brasileiros pelos perdidos de Israel. Claramente fui dirigido pelo Senhor nesta busca e pudemos apoiar integralmente o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua. Por um ano abençoamos estas crianças em todos os projetos deste ministério. Mas, no segundo ano, algo maravilhoso aconteceu e já compartilhamos isso em nosso jornal. O ministério infantil começou a abençoar outras duas congregações de judeus etíopes. Deus fez com que a sua oferta não somente alcançasse um ministério, mas três ministérios infantis. Claramente é a multiplicação do seu amor pelos perdidos.

Estas crianças não são o futuro, mas verdadeiramente o presente de Israel em sua redenção. Como escrevi certa vez, estas crianças serão evangelistas, mestres, pastores, profetas e apóstolos do Senhor. Acima de tudo, testemunharão o caráter de Yeshua e serão verdadeiros adoradores. Estas crianças vivem as dificuldades em suas casas por serem crentes em Yeshua, ao verem as perseguições que sofrem seus pais. O ensino da palavra que recebem em seus estudos fortalece estes pequeninos.

Tenho uma clara visão de sermos abençoadores deste povo e o Maoz tem sido o nosso meio. Há muitos povos, nações e línguas que estão sendo alcançados e Israel não poderia ser esquecido.

A desinformação tem sido um grande empecilho para levantarmos novos parceiros cristãos e o tema ‘Israel’ não agrada a muitos. Eu falo de vidas que precisam ser salvas e que Deus não esqueceu. Festas, canções judaicas e viagens a Israel não vão salvar o judeu, mas a pregação do evangelho por eles (judeus messiânicos) a eles, judeus descrentes ou religiosos, trará a mensagem redentora.

Continuaremos abençoando o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua e este continuará abençoando outros ministérios infantis. Compartilhe nosso trabalho com outros irmãos, com sua congregação e com o seu pastor. Ajude-nos a encontrar novos parceiros e colaboradores, e que sejam pérolas como você.

Muitos nos ajudaram com suas ofertas neste ano que passou, mas os desafios são diários e necessitam de suprimentos. A sua oferta de ontem nos ajudou muito e a sua oferta de hoje continuará nos ajudando a manter este trabalho.

Não estamos envolvidos somente neste projeto com as crianças, mas em vários outros projetos em Israel – produção livros, DVD, CD, apoio social, advocatício, etc. E no Brasil, lutamos pela manutenção do nosso escritório.

Expresso a minha gratidão a cada parceiro que contribuiu e que continua nos ajudando, pois não chegamos até aqui em vão. Vamos prosseguir juntos e cientes que a Palavra está sendo pregada aos pequeninos de Israel.

Pr. Julio
Administrador do Ministério Maoz Israel - Brasil

Fonte: http://www.maozisrael.com.br/

QUERO FAZER PARTE DA CAMPANHA CRIANÇAS DE ISRAEL – ACESSO AQUI

QUERO RECEBER O JORNAL MAOZ REPORT – ACESSO AQUI

QUERO SOMENTE FAZER UMA OFERTA – ACESSO AQUI



A Campanha pelas Crianças da Tiferet Yeshua continua neste ano, mas
seguramente caminha para a Campanha das Crianças de Israel
Aleluia!


sábado, 10 de setembro de 2011

David & Leah

 David e Leah Ortiz deixaram os Estados Unidos para compartilhar as boas novas de Cristo com os Judeus e muçulmanos em Israel. O casal determinou na Cisjordânia, e David colheu algum arábico no seu trabalho com seus vizinhos palestinos. "O que eles fizeram durante anos com muçulmanos Cristãos e Judeus messiânicos é muito impressionante," disse que um trabalhador de VOM que sabe a família.
 Como David e Leah compartilharam o evangelho de Jesus durante anos, eles resistiram a ameaças e tem vivido a segunda rebelião palestina. Os ativistas ameaçaram e deixou literatura de anti-cristão por todo sua vizinhança. Mas eles permaneceram no Cisjordânia, corajosamente pregando Jesus.
 Mas eles encararam uma prova dolorosa de fé em 20 de março, 2008, quando seu filho, Ami, quase foi morto num ataque bomba provávelmente para David, o seu pai pastor. Essa manhã, Ami abriu uma cesta de presente que tinha sido deixada na frente de seu apartamento por um nacionalista Judeu extremista-ortodoxo. Uma bomba escondida na cesta explodida, destruindo o apartamento e rasgando pelo corpo do Ami. Quando Ami chegou no hospital, ele não podia ver; o seu corpo foi coberto com queimaduras e perfurado com granada.
 Mais de três anos mais tarde, Leah escreveu, "vida de Ami com ao menos 100 cacos de metal e vidro ainda alojaram-se no seu corpo e olhos, cicatrizes do seu pescoço até os seus pés, e a perda de parte de três dedos. Nós ainda oramos para restauração completa fisicamente, mas nós sinceramente podemos dizer que na sua mente, coração e espírito ele totalmente é curado. Saber o que é sentir-se que o milagre brilhando pela sua vida...Ele é nosso herói"!
 O trabalhador de VOM disse que a família permaneceu no mesmo apartamento de Cisjordânia e continua a trabalhar com crentes subterrâneos. "Sua perspectiva em perdão, perseguição e sofrimento surpreende," ele adicionou.
 E as palavras do David refletem uma atitude perdoador: "O Senhor perdoou David e muitas pessoas na Bíblia," ele disse. "Minha meta e minha oração para [o agressor] é que ele arrepender-se-á e será salvo".
Ponto 1: Ami suportou 14 cirurgias desde o bombardeio. Mas ele e a sua família nem sequer consideraram partir em sua casa adotiva na Cisjordânia.
Ponto 2: A Igreja de Aliança de Jerusalém (The Jerusalem Alliance Church) foi queimada em tarde 2010 de outubro. A igreja era perto de uma vizinhança extremista-ortodoxo.
Sobre Gaza: "Categoria: Hostil (Gaza, Cisjordânia) / Religião: 75.4%/Christian judeu 2,04% / Ideologia: Ortodoxo / Chefe de Estado: Presidente Shimon Peres"
Por favor Ore Para Israel: Alguns vista judeus que adoram Jesus como uma ameaça.
"David e Leah Ortiz quase perderam seu filho num ataque incitado por seu trabalho de evangelismo. Eles perdoaram seu agressor e continua a demonstrar o amor de Cristo aos seus vizinhos Judeus e muçulmanos. Ore para eles e para outros que seguem Jesus em Israel."
Fonte (em inglês): http://www.persecution.com/

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Pra Quem Mora Nos Estados Unidos, Assinem Estas Petições URGENTIMENTE!

AJA AGORA! Aconselhe que o Presidente Obama oponha-se ao reconhecimento da ONU de um estado palestino.
Mais tarde este mês, a Autoridade palestina pretende procurar reconhecimento unilateral de um estado palestino nas Organização das Nações Unidas. Esta iniciativa palestina rejeita negociações diretas, transgride compromissos passados de paz, e riscos de renovarem violência. E este apelo para ONU tem absolutamente nada a fazer com paz. É simplesmente uma continuação da campanha palestina aumentar o isolamento internacional e inlegitimização de Israel. Isso não deve prosperar!
O presidente Obama e membros da sua administração indicaram que os EUA vetarão qualquer tal resolução e trouxe antes do Conselho de Segurança de ONU. Mas nós necessitamos que sua ajuda assegure que Presidente Obama prosseguirá neste compromisso. Aja agora para aconselhar que Presidente Obama vetasse qualquer tal resolução no Conselho de Segurança da ONU.
Nós também devemos lembrar o Presidente, que um veto de Conselho de Segurança não é suficiente. Os palestinos também ameaçaram trazer sua exigência para o estado, a ONU na Assembléia geral. Enquanto tal voto teria valor só simbólico —a Assembléia Geral não tem o poder reconhecer novas nações -- o voto ainda teria grande valor de propaganda.
A Administração de Obama não apenas deve votar contra qualquer tal resolução na Assembléia Geral, mas devem exigir que nossos aliados e todos os recipientes de EUA ajudam junção em nossa oposição. Assim nossa letra às exigências do Presidente, que ele comete o poder diplomático pleno dos Estados Unidos a opor qualquer tal resolução na ONU na Assembléia geral.
O presidente Obama deve enviar uma mensagem clara que nós não recompensaremos os palestinos para sua obstrução e infração de compromissos passados. Peça ao Presidente Obama opor-se o reconhecimento da ONU de um estado palestino. Ele só toma um minuto para ajudar Israel.
Deus abençoe você e esses que te amam: Partor John Hagee e David Brog.
Divulgue caso se não poder assinar: http://www.cufi.org/site/Ecard?ecard_id=1921
Todas as petições estão em inglês, o que esta acima e mais uma aqui: http://www.worldlikud.org.il/?page_id=1343
Todas elas são de extrema importância!

Caso queira contribuir, doe aqui (em inglês): https://secure2.convio.net/cufi/site/Donation2?df_id=2422&2422.donation=form1 / http://unitedwithisrael.org/global-network-of-israel-activists/

Ore, aje e ajude Israel nesta situação dificil, por favor!
Deus salve Israel e Shalom!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Roberto Carlos Esteve em Israel e Fez Show em Jerusalém

A apresentação de Roberto Carlos no anfiteatro Sultan's Pool, que aconteceu na noite desta quarta-feira em Jerusalém, não contou com nenhuma participação especial, como costuma acontecer nos shows do Rei que ganham versão televisiva na Rede Globo e depois viram DVD. Mas, coube à jornalista Glória Maria, da Globo, dividir as atenções com o cantor.

Roberto Carlos

Foto 7 de 7 - A jornalista Glória Maria dividiu as atenções com Roberto Carlos durante um show apresentado para 5 mil pessoas em Jerusalém (7/9/11). Além de ter sido escolhida para ser a mestre de cerimônias do show, a jornalista dançou ao som de "Unforgettable" com o rei. "É um privilégio poder dançar com a Glorinha. Afinal, nunca fiz isso", comentou o cantor. Zé Paulo Cardeal/TV Globo


Escolhida para ser a mestre de cerimônias do show, que será exibido no sábado, na Globo, em um especial dirigido por Jayme Monjardim, a apresentadora subiu ao palco usando um vestido longo esvoaçante na cor azul claro, logo após a exibição de um vídeo em que o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, saudava Roberto Carlos e os brasileiros.

Ela falou algumas palavras sobre a Terra Santa, o lugar "onde Jesus nasceu", e começou a chorar antes de anunciar a atração da noite e de o show começar.

Depois, quando o Rei decidiu cantar em inglês "Unforgetable", ele a chamou de volta ao palco. Os dois então dançaram juntos de rosto colado. "É um privilégio poder dançar com a Glorinha. Afinal, nunca fiz isso."

No final, ao entoar "Jesus Cristo" e jogar suas tradicionais rosas para a plateia, uma pessoa da produção falou algo no ouvido do Rei. Segundos depois ele se virou e convidou, novamente, Glória Maria a entrar no palco para que ele pudesse lhe entregar uma flor.

Fonte: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/

Videos:

                                     
                                     
Fonte: http://www.youtube.com/user/ClubeDoRei

Roberto Carlos busca Deus de verdade, mas que ele possa encontrar de Deus de verdade.
Roberto Carlos esteve em Israel, mas que ele possa estar na prensença do Deus de Israel pra sempre e por toda eternidade.
Orem por Roberto Carlos e Shalom pra todos!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Em Busca dos Altares Antigos: Rejeitando as Raízes de Israel e Acolhendo as Raízes Afros

O significado espiritual da visita da Secretária de Estado Condoleezza Rice a Bahia

Julio Severo
Um secretário de Estado dos Estados Unidos ocupa uma posição privilegiada que lhe permite tomar decisões importantes nas questões de política externa. Por exemplo, se ele decide que Israel deve entregar suas terras aos árabes palestinos, essa determinação deve ser cumprida, com muita pressão sobre Israel para que obedeça aos caprichos americanos.
Quem ocupa essa posição hoje é Condoleezza Rice, filha de pastor presbiteriano. Apesar de ter vivido num ambiente evangélico, com muitas pregações, suas atitudes na política externa americana com relação a Israel não refletem nem respeitam as fronteiras estabelecidas por Deus para a Terra Prometida que Deus garantiu aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.
De acordo com a política de Rice, pode-se dividir Israel e Jerusalém com os árabes palestinos, violando gravemente as raízes e alianças antigas do povo judeu com Deus, porém ela não demonstrou a mesma atitude de violar as raízes e alianças antigas da África. Pelo menos, é o que se viu em sua recente visita a Bahia, Brasil, de 13 a 14 de março de 2008.
Em todos os lugares aonde chega, Rice é recebida com muitos protestos. Contudo, a visita dela à Bahia foi estranhamente tranqüila. Não havia protestos antiamericanos. Aliás, os esquerdistas que estavam com ela — Marta Suplicy e Jaques Wagner, ambos do PT — foram extremamente amáveis. É de admirar (a menos que haja fortes interesses envolvidos) como eles conseguiram conter seus habituais sentimentos antiamericanas.
A feminista pró-aborto Suplicy, que é a Ministra do Turismo, fez pós-graduação na Universidade de Harvard, a mais famosa universidade “capitalista” do mundo. Ela é pioneira em projeto de lei de “casamento” homossexual no Brasil. Wagner é o governador da Bahia. Os fortes interesses deles eram atrair e aumentar o número de turistas negros americanos para conhecer raízes afros na Bahia, que é o estado brasileiro que mais preservou o sincretismo com as religiões africanas. E da Bahia os deuses dessas religiões se expandiram para o restante do Brasil, atingindo negros e brancos.
Eu poderia dizer, pela experiência de milhões de pessoas na África e no Brasil, que as religiões ocultistas de origem africana trazem miséria espiritual e material, porém não preciso usar a experiência dos outros. Dentro da liberdade de testemunhar o Evangelho, posso dizer que as religiões afros trazem destruição, pois minha mãe seguia essas religiões e chegou a trabalhar como ajudante de uma mãe-de-santo negra. Por experiência sabíamos o que era derrota em todos os sentidos, porém Jesus a libertou numa igreja batista renovada, e seus filhos puderam ter a oportunidade de se libertar das correntes da bruxaria afro-brasileira.
Por isso, como alguém que conheceu por dentro as raízes espirituais afros, vivendo num lar consagrado a orixás, posso alertar que é um perigo mortal tentar uma aproximação a qualquer ponto de contato com os orixás.
O primeiro ponto de contato de Condoleezza ocorreu em sua chegada à Bahia, onde uma baiana a presenteou com fitinhas religiosas de várias cores. A baiana disse: “Ela gostou, escolheu uma fitinha vermelha e fez questão de fazer os pedidos, seguindo a tradição da cultura da Bahia”. A fitinha vermelha foi amarrada no pulso esquerdo de Rice. No candomblé, o vermelho faz referência a Iansã, poderoso orixá (demônio) das tempestades.
Rice veio discutir principalmente o programa de incentivo ao turismo étnico-afro, que vem sendo elaborado desde o ano passado pelo ministério de Marta Suplicy e o governo da Bahia. Jaques Wagner, o governador da Bahia, declarou: “Nosso objetivo mesmo foi contar com o apoio da secretária, até por ela ser negra, aos nossos projetos de turismo, ampliando o fluxo de visitantes negros americanos para nosso estado, já que eles têm interesse pelas raízes culturais de matriz africana”. Os projetos, que já receberam investimentos de R$ 1,3 milhão, são inspirados pelo crescente interesse dos afro-descendentes americanos em conhecer lugares no mundo com fortes raízes africanas. A Bahia é o lugar certo, pois sua capital, Salvador, não só tem muitas de suas ruas com nomes de orixás da África, mas 82% dos 2,9 milhões de seus habitantes são negros. Salvador é considerada a maior cidade negra fora da África.
Quem, porém, captou melhor a importância da vinda de Rice foi o Ministro da Cultura Gilberto Gil, que declarou: “A vinda de Condoleezza Rice à Bahia foi antes de tudo a visita de uma afro-descendente a um berço importante da Diáspora Negra, uma visita pessoal, que vai além de sua missão enquanto secretária de estado americana”. Ele acompanhou Rice em sua estadia toda na Bahia.
Num país em que religiões como candomblé são consideradas cultura dos afro-descendentes, nada mais natural do que Gilberto Gil ser Ministro da Cultura. Quando a revista Almanaque Brasil lhe perguntou o que é ser ministro, Gil respondeu: “Ser ministro já sei o que é… Eu já era ministro do [orixá] Xangô lá no terreiro do Afonjá, na Bahia”. Embora tenha o maior respeito pelos orixás, sobre Deus Gil declara: “Deus é uma criação do homem. É o criador criado pelo homem”.
Gil é também um militante esquerdista radical. Durante o governo militar anticomunista no Brasil, ele foi exilado, passando seus dias viajando pela Europa e EUA, “sofrendo” muito conforto financeiro. Na mesma época, cristãos perseguidos pela ideologia esquerdista eram “exilados” na Sibéria ou outras prisões e campos de concentração, onde viviam anos de torturas e horrores — quando tinham a “sorte” de não serem imediatamente fuzilados. Nenhum deles “sofria” confortos financeiros nem sonhava em ter o privilégio de serem deportados e exilados em Londres ou Paris, cidades ricas que Gil suportou com muito sacríficio viver.
Por isso, sendo esquerdista, é estranho que ele tenha acolhido tão bem Rice, que está estreitamente ligada a Bush. Aliás, num show de Gil em 2004, um telão atrás dele mostrava o terrorista comunista Che Guevara fumando charuto e George Bush com uma corda de forca no pescoço e a seguinte frase: “Morra, Bush, morra!” Mais tarde, Gil alegou que não tinha nada a ver com a cena de seu show pedindo a morte de Bush.
Contudo, ele pôde deixar momentaneamente de lado suas posições antiamericanas a fim de que a espiritualidade da Bahia possa se expandir para a América do Norte. Essa chance veio com o interesse oficial de Rice em facilitar que os negros americanos venham a conhecer na Bahia as “raízes” afros. Qual é a lacuna que existe entre negros americanos e negros brasileiros para que se invista tanto para que um busque sentido no outro?
Em entrevista ao jornal esquerdista Folha de S. Paulo, o antropólogo Antonio Risério se queixa do “assassinato espiritual dos africanos nos EUA”. Ele declarou: “Se tivesse acontecido no Brasil e em Cuba o que aconteceu nos EUA, não teríamos hoje um só orixá em toda a vastidão territorial das Américas”.
A diferença fundamental entre negros do Brasil e dos EUA são os orixás.
O Brasil é abundante de seguidores (negros e brancos) de religiões sincréticas afro-brasileiras e seus deuses. Cuba tem a santeria, religião de Fidel Castro e Hugo Chavez, semelhante ao candomblé. Contudo, fenomenalmente, os descendentes de escravos negros nos EUA não têm nenhuma herança semelhante ao candomblé ou santeria.
Apesar dos muitos escravos negros no passado dos EUA, a “espiritualidade” deles vinda da África — juntamente com todos os seus orixás, deuses e demônios —, sucumbiu diante da cultura cristã dos americanos. Realidade oposta ocorreu no Brasil, onde a “espiritualidade” dos africanos se misturou à fraca e doente espiritualidade dos portugueses.
A fim de fortalecer essa “espiritualidade” entre os negros da Bahia, Gilberto Gil tem viajado até a África, fazendo contatos com grandes pais-de-santo. Ninguém melhor do que ele para ajudar Rice e muitos outros negros americanos a encontrar certas “raízes”. E nenhum lugar melhor para mostra essas raízes do que a Bahia.
Entretanto, se nem Rice, que é filha de pastor, conseguiu ver o perigo de seus contatos com orixás, como multidões de turistas negros americanos poderão ver? Provavelmente, muitos acharão que é mitologia, ou realmente “cultura”, e só tarde demais descobrirão que tocaram forças muito mais poderosas e malignas. O livro The Twilight Labyrinth: Why does spiritual darkness linger where it does?, escrito por George Otis (Chosen Books: Grand Rapids, Michigan, 1997), mostra como objetos, práticas e costumes de bruxaria podem trazer forças de destruição para indivíduos, famílias e sociedades inteiras.
Não é preciso conhecer o contato de Rice com Iansã para saber que algo está errado na vida cristã dela. A política dela com relação a Israel expõe as graves deficiências de seu próprio Cristianismo.
Ronald Reagan, como cristão e como presidente dos EUA, sempre se opôs ao estabelecimento de um Estado “palestino” dentro das terras de Israel, e jamais aceitou que Jerusalém fosse divida com os árabes palestinos. No entanto, Rice tem opiniões diferentes e opostas nessas duas questões, e essas opiniões estão determinando e forçando Israel a fazer concessões contra seu direito divinamente legítimo de ocupar as terras que seus inimigos mortais reivindicam com todas as forças do inferno.
Outros evangélicos negros americanos têm assumido posturas muito mais radicais contra Israel, como a igreja negra evangélica do candidato presidencial Barack Obama, que apóia um documento terrorista que não reconhece o direito de Israel existir e favorece grupos terroristas anti-Israel. Mas a mídia liberal americana não critica os negros radicais, mesmo quando é necessário, pois a ideologia anti-preconceito transforma as minorias em castas intocáveis. Se um homem branco dissesse apenas metade das asneiras deles, seria imediatamente tachado de nazista. Mas a tendência do multiculturalismo impede que o mesmo padrão seja aplicado às minorias, tornando-as impunes — mediante uma imunidade politicamente correta — em seu próprio radicalismo racial.
A maior tragédia não é quando os satanistas fazem a vontade de Satanás, mas quando indivíduos de origem cristã fazem tal vontade. É natural que satanistas, muçulmanos e até ateus queiram dividir a Terra Prometida entre judeus e árabes palestinos. Mas é natural cristãos terem esses mesmos sentimentos?
É principalmente estranho que a filha de um pastor tenha esse tipo de postura. Aliás, Rice também se considera às vezes levemente pró-aborto — como se fosse também possível, por exemplo, alguém às vezes ser levemente satanista ou assassino.
Quando um cristão anda errado, a única saída é ele se abrir para ser tocado pelo Espírito Santo. Depois de anos de políticas desfavoráveis a Israel durante sua administração, é de duvidar que Rice esteja conseguindo se abrir para Deus. Essa lacuna espiritual está dando abertura para influências espirituais que querem ainda mais afetar Rice e, conseqüentemente, a política externa americana — principalmente com relação a Israel.
Na Bahia, Rice visitou um terreiro de candomblé, considerado patrimônio cultural nacional. Isto é, ela entrou num lugar consagrado para a adoração e manifestação de orixás. Ela também tocou pandeiro com Gilberto Gil. Não se sabe o que foi que Gil tocou, mas o que é conhecido é que ele é compositor de músicas afro-brasileiras. Ele é autor das músicas Iemanjá e Iansã, em homenagem a dois poderosos orixás da “cultura” afro-brasileira.
Por coincidência, além da fitinha de Iansã, que recebeu na chegada à Bahia, antes de sair do Brasil a Secretária de Estado Condoleezza Rice ganhou uma estátua de Iansã. Essa entidade — muito venerada no candomblé e considerada deusa na “cultura” africana Yoruba — é a Senhora dos ventos, raios e tempestades. A política de Rice com relação a Israel anda tumultuada. Agora, para transformá-la em tempestade, só falta um toque Iansã.
O exemplo de Rice revela o que poderá acontecer com os negros americanos, que vierem para a Bahia em busca de suas raízes. Virão carregados de dinheiro e curiosidade e voltarão sobrecarregados da “cultura” de Iansã e outros orixás, levando para casa as mesmas entidades responsáveis por muitas das misérias e pobreza que Rice deve ter visto na Bahia.
O PT, o partido socialista que domina hoje o Brasil, prega muito o Estado laico e até violenta valores cristãos em sua promoção do aborto e homossexualismo — tudo em nome do Estado laico. Nada disso, porém, impediu os petistas Marta Suplicy, Gilberto Gil e Jaques Wagner de ajudarem os orixás no estabelecimento de uma ponte entre os negros americanos e raízes espirituais afros na Bahia.
Aliás, embora seja antiamericano, o PT vem importando e amplificando no Brasil a ideologia das minorias dos EUA. O governo socialista brasileiro implementa o programa federal “Brasil Sem Homofobia”, cujo objetivo é eliminar toda oposição ao homossexualismo na sociedade brasileira. O governo Lula vem também implementando cotas raciais para negros e até tem uma Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial, cuja recente secretária, a negra Matilde Ribeiro, declarou: “Eu acho natural a discriminação dos negros contra os brancos”. Ela jamais foi repreendida por tal declaração racista, mas meses depois caiu por causa de corrupção financeira.
No Brasil, os cristãos já estão enfrentando perseguição por causa do favorecimento estatal à “cultura” negra. Livros cristãos que revelam as feitiçarias e sacrifícios de animais (e às vezes até de seres humanos) são proibidos, condenados como literatura racista. Há exemplos reais de importantes livros que foram retirados do mercado por denunciarem a feitiçaria das religiões afros no Brasil.
O esquerdismo dos EUA trouxe ao Brasil a ideologia da igualdade racial, que tem protegido a bruxaria africana como cultura. Qualquer crítica a essa “cultura” é considerada crime de racismo. Em sua visita ao Brasil, Rice também assinou acordos para fortalecer o combate à discriminação contra os negros — significando mais proteção à “cultura” deles. Agora, em troca, o esquerdismo do Brasil vai introduzir essa “cultura” nos negros (e brancos) dos EUA.
De acordo com a Bíblia, Rice se envolveu com demônios na Bahia. De acordo com as autoridades socialistas do Brasil, ela teve simplesmente um envolvimento “cultural”. Mas percebendo ou não, ela colaborou para que os deuses da Bahia se expandam para fora do Brasil.
Mesmo não conhecendo Cristo profundamente, algumas importantes autoridades americanas do passado tinham muito mais bom senso do que Rice. Depois de vencer o Japão na 2ª Guerra Mundial, o General Douglas MacArthur desafiou os missionários evangélicos nos EUA a aproveitarem a oportunidade para evangelizar o Japão. Ele estava tentando construir uma ponte de transformação espiritual entre os EUA e Japão.
A atitude de Secretária de Estado Condoleezza Rice de incentivar os negros americanos a encontrarem suas raízes espirituais na Bahia está construindo uma ponte espiritual. Do ponto de vista da ideologia da diversidade e multiculturalismo, as ações espirituais de MacArthur e Rice têm o mesmo valor. Mas na balança da Palavra de Deus, só alianças e raízes com Cristo trazem vida, não destruição.
Um cristão verdadeiro, sendo ou não Secretário de Estado dos Estados Unidos, não ajuda os orixás a destruir as pessoas, mas ajuda as pessoas a se libertarem dos orixás. Foi assim que, com a ajuda de cristãos que testemunham o verdadeiro Evangelho, minha mãe conheceu Jesus, foi liberta dos orixás e se tornou uma nova criatura. Dou graças a Deus porque na vida dela o poder do Espírito Santo prevaleceu sobre os orixás. Se não fosse o poder do Evangelho, eu mesmo hoje poderia ser um dos milhões de escravos dessa herança espiritual da África.

Pode até ser que a Dilma está no poder neste momento, mas ela dará continuidade ao governo Lula e no anti-semitismo.
Pensem nisso e Shalom pra todos!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Verdades e Mentiras Sobre o Conflito entre Israel e "Palestinos"

Danny Ayalon, Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, explica os fatos históricos relativos ao conflito israelo-palestino.
Fonte: http://www.youtube.com/user/IsraelinBrazil

O que acontecerá na Assembleia Geral da ONU em setembro de 2011?

A Autoridade Nacional Palestina anunciou que irá propor na abertura anual da Assembleia Geral (AG) da ONU, em Nova York, uma votação em favor da criação de um Estado palestino nas fronteiras pré-1967, ou seja, Cisjordânia e Gaza, tendo Jerusalém Oriental como capital. Ainda não estão claros todos os contornos da resolução a ser apresentada, mas o fato é que com esta iniciativa a liderança palestina opta por uma saída unilateral para o conflito com Israel, abandonando as negociações e utilizando a ONU como canal para impor seu ponto de vista.

Quais as chances de esta proposta ser aprovada na Assembléia Geral?

Há 193 integrantes na ONU e, historicamente, o bloco de países islâmicos e seus aliados têm votos suficientes para impor seguidas derrotas diplomáticas a Israel. Nas últimas décadas, mais de 100 países já reconheceram o Estado palestino. Líderes palestinos dizem já ter confirmados cerca de 130 votos para setembro e esperam aumentar este número até a reunião da AG.

Como se posicionará o governo brasileiro nesta votação?

O Brasil já afirmou que votará a favor da resolução. Em um de seus últimos atos no governo, o então presidente Lula anunciou o reconhecimento do Estado palestino nas fronteiras pré-1967.

A votação na ONU significará a criação de um Estado palestino?

Não. Mesmo que os palestinos tenham aprovada sua solicitação de ingresso como país membro pleno da ONU, esta decisão depende de aprovação no Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde cinco países são integrantes permanentes e têm direito a veto: EUA, China, Rússia, França e Reino Unido. Tudo indica que o governo norte-americano irá vetar a aceitação de um Estado palestino como integrante pleno da ONU sem que ele seja fruto de negociações com Israel.
É importante lembrar que a resolução 181, aprovada pela ONU em 1947, já previa a criação de um Estado palestino na região, ao lado de Israel. No entanto, os árabes rejeitaram a resolução e iniciaram uma guerra de extermínio contra o Estado judeu. Derrotados no campo de batalha, a liderança palestina e os países árabes tentam agora usar um mecanismo da ONU como ferramenta de pressão política.

Qual seria, então, o impacto desta votação na Assembléia Geral?

Ao promover a votação na ONU, a liderança palestina toma uma atitude unilateral e abandona o processo de paz marcado por negociações bilaterais. Marca, portanto, o fim de um processo de diálogo. Apesar das grandes dificuldades encontradas para obter um acordo definitivo, o fato é que muito já se avançou desde que israelenses e palestinos iniciaram o chamado Processo de Paz. Através de negociações, os palestinos já conseguiram, por exemplo, autonomia governamental em grande parte das áreas que desejam como Estado. A economia na Cisjordânia cresce a taxas asiáticas.
Até 2010, quando os palestinos abandonaram as negociações, diversos temas importantes estavam sendo discutidos, como fronteiras, segurança, refugiados, água e Jerusalém. A opção por ações diplomáticas unilaterais pode fazer com que a criação do Estado palestino torne-se uma realidade mais distante e não mais próxima, como deseja a Autoridade Palestina.

Israel é contra a criação de um Estado palestino?

Não. A criação de um Estado palestino que conviva pacificamente com Israel é uma realidade já aceita não apenas pelo governo, mas também pela grande maioria da sociedade israelense. Israel, no entanto, considera fundamental obter garantias de segurança. Basta lembrar que a Faixa de Gaza é controlada desde 2007 pelo Hamas, grupo palestino fundamentalista que assumiu o controle do território através de um golpe e que prega abertamente a destruição do Estado judeu. No sul do Líbano impera o Hezbolá, outra entidade fundamentalista que deseja o fim de Israel e que conta com apoio político, financeiro e militar do Irã.

Insistir em uma solução negociada não é uma desculpa utilizada por Israel para adiar indefinidamente a criação do Estado palestino?

Todas as vezes em que líderes árabes entraram em negociações com seriedade, coragem e boa vontade, conseguiram de Israel praticamente tudo o que desejavam, mesmo que isto tenha significado enormes desafios aos israelenses. Isto foi verdade nos acordos de paz com o Egito, em 1979 e com a Jordânia em 1994. Não será diferente com os palestinos, caso estes retornem à mesa de negociações e sejam capazes de assumir os difíceis compromissos necessários pelas duas partes para o estabelecimento de uma paz justa e duradoura. (Israel na Web - http://www.beth-shalom.com.br).

"Uma coisa é não saber da verdade, outra coisa é saber da verdade e permanecer no erro. Eu estou do lado da verdade, por isso, que eu estou do lado de Israel."
Shalom pra todos!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O Mundo, Deus e Israel 2

O mundo odeia Israel, mas Deus ama Israel.
O mundo quer fazer o mal contra Israel, mas Deus quer fazer o bem para Israel.
Israel pode viver sem o mundo, pois o mundo quer destruir Israel, mas Israel não pode viver sem Deus, pois Israel depende de Deus.
¡Shalom!